
Nova estrutura substitui a passarela que desabou em julho de 2024, após ser atingida por uma carreta que transportava maquinários pesados.
Motoristas que trafegam pela avenida Torquato Tapajós, na Zona Centro-Oeste de Manaus, devem ficar atentos às mudanças no trânsito até domingo (25) por causa das obras da nova passarela do conjunto Santos Dumont. A nova estrutura substitui a passarela que desabou em 6 de julho de 2024, depois de ser atingida por uma carreta que transportava três maquinários pesados.
As intervenções acontecem no trecho entre as ruas Comandante Henrique Bastos e Comandante Paulo Lasmar, no bairro Flores. Segundo a Prefeitura de Manaus, as alterações são necessárias para o içamento das vigas metálicas que vão sustentar a estrutura da passarela.
Nesta quinta-feira (21), houve interdição parcial de uma faixa da avenida para abertura do canteiro central e implantação dos desvios. Os serviços ocorrem das 9h às 12h e voltam a acontecer das 21h às 5h.
Entre sexta-feira (22) e domingo (25), o Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) fará interdições temporárias nos dois sentidos da via para permitir o avanço da obra. Durante esse período, os veículos serão direcionados para desvios implantados no canteiro central.
Os bloqueios ocorrerão nos seguintes horários:
sexta-feira (22) e sábado (23): das 21h às 5h;
domingo (24): das 5h até meia-noite;
segunda-feira (25): da meia-noite às 5h.
De acordo com a prefeitura, agentes do IMMU vão atuar no monitoramento do trânsito e na orientação dos motoristas. O trecho também receberá sinalização temporária, cones e barreiras para garantir a segurança durante os serviços.
A orientação é que os condutores redobrem a atenção ao passar pela área e, se possível, utilizem rotas alternativas nos horários de maior movimento.
Reconstrução da passarela
Em fevereiro deste ano, o então prefeito David Almeida (Avante) anunciou a retomada da reconstrução da passarela com recursos da Prefeitura de Manaus, enquanto o município aguarda indenização dos responsáveis pelo acidente.
“Ali foi um problema que a gente estava com a empresa que derrubou [a passarela] que precisava indenizar a seguradora, e isso demanda tempo. Então, decidimos fazer a obra com recursos da prefeitura para que, posteriormente, a empresa nos indenize”, explicou.
O anúncio aconteceu depois de a prefeitura informar ao Ministério Público do Amazonas (MPAM), em resposta a um pedido feito no dia 20 de janeiro, que não poderia contratar uma empresa para a reconstrução naquele momento. À época, o diretor de engenharia da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), Tabajara Júnior, afirmou que a obra não avançou devido ao encerramento da execução orçamentária, financeira e contábil de 2025.
amazonianarede
Por g1 AM — Manaus



