Preso rapaz de 22 anos, acusado de oito assassinatos

Alexandre, acusado de praticas vários assassinatos, foi preso

 

Alexandre, acusado de praticas vários assassinatos, foi preso
Alexandre Lima da Silva , acusado de praticas vários assassinatos, foi preso

Manaus,AM –  Policiais civis  conseguiram prender no centro da capital o jovem de 27 anos, Alexandro Lima da Silva, conhecido como “gato preto”, é considerado perigoso e teria envolvimento no assassinato de ao menos oito pessoas em Manaus. Os crimes teriam ligação com tráfico de drogas, de acordo com a Polícia Civil. O jovem foi preso pela Polícia Militar na última semana e nega os crimes: “Eu nunca matei ninguém”.

Desde 2013,  Alexsandro é procurado pela polícia e ele teria envolvimento com tráfico de drogas na Zona Norte da capital. Segundo a polícia, o jovem agia entre os bairros Nova Cidade e Monte das Oliveiras.

De acordo com a polícia, Alexsandro é suspeito de assassinar Maykon Oliveira Melo, Nova Cidade, em fevereiro de 2013; Diego Maciel Rodrigues, em junho de 2013, na comunidade Monte Cristo (Nova Cidade); e Quézia Salvador da Silva em julho de 2013, no bairro Monte das Oliveiras.

Ele também é citado nos homicídios de Douglas Lima da Silva, no Monte das Oliveiras em dezembro de 2013; Eferson Correia da Silva, em janeiro de 2014, no Monte das Oliveiras; Misael Ramos de Oliveira, no bairro Nova Cidade, em março de 2014; Josias de Jesus da Costa e Daniel Pinheiro da Silva, em novembro de 2015, no bairro Monte das Oliveiras; e Márcio de Souza Aguiar, em janeiro de 2016, no Monte das Oliveiras.

“Todos os crimes tem ligação com tráfico de drogas e são sete ocorrências de homicídio, incluindo um duplo, que o nome dele é citado. Estamos investigando, mas em dois casos temos a confirmação. Ele está até com atitude colaborativa no sentido de colaborar com as investigações. As vítimas mortas eram soldados, boqueiros ou devedores do tráfico de drogas. Ele chegava para matar juntamente com outros comparsas. Suspeitamos que agia amando de um traficante”, afirmou o delegado titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Ivo Martins.

As investigações irão continuar para identificar os demais comparsas, mas a Polícia Civil disse que já há várias provas que incriminam o jovem, dentre elas, reconhecimentos e provas de testemunhas oculares.

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