Manaus poderá ganhar cliclofaixa oficial em breve

Amazonianarede – Ass.Pedala Manaus

Manaus – Em março, Manaus deve ganhar a primeira ciclofaixa oficial, graças ao trabalho em conjunto da Prefeitura de Manaus, por meio do Instituto Municipal de Ordem Social e Planejamento Urbano (Implurb) e Manaustrans, com a participação da associação Pedala Manaus, que hoje reúne mais de mil ciclistas.

Desde o início do mês o grupo de pedal está colhendo informações com os que usam bicicleta como meio de locomoção, fazendo uma pesquisa virtual e com formulários distribuídos em todas as oficinas de ‘bikes’ da capital, para mapear as melhores vias para se pedalar e se descobrir a origem e o destino dos milhares de pedaleiros de hoje.

“A finalidade é criar o plano cicloviário de Manaus, tendo como ponto de partida os resultados da pesquisa, que já está nas ruas (www.pedalamanaus.org/formulario-origem-destino/), e terá duração de 15 dias. É uma consulta pública feita em todas as zonas, com foco em quem usa a bicicleta como meio de transporte, especialmente”, explica a vice-presidente do Implurb, Cristiane Sotto Mayor.

Mapeamento

Com os dados em mãos, começa o mapeamento para a criação das ciclorotas, uma espécie de malha viária para as bikes. Paralelo a isso, será feito o levantamento das vias indicadas para ter ciclovias e ciclofaixas, da velocidade dos carros que trafegam por elas, a quantidade de veículos e demais informações para saber se elas suportam a colocação de mais uma faixa.

A preferência é que as ciclorotas não passem nas vias de grande fluxo. “Precisamos fugir delas porque as interferências no transporte coletivo, por exemplo, são imensas. Pelo Código de Trânsito Brasileiro as ciclovias têm que ficar do lado direito, e aqui temos as paradas de ônibus”, diz Cristiane. Além desse detalhe, e da origem-destino, ainda são observadas a topografia dos locais e a caixa viária.

“Em no máximo um mês, após ter o resultado da consulta pública, vamos ter a definição de onde podemos colocar as ciclovias e ciclofaixas, em todas as zonas. E pensando na continuidade de fluxo, porque o ciclista precisa sair e a chegar a um ponto. Não pode ter uma ciclofaixa de uma rua só”, fala a vice-presidente. Também está em análise a possibilidade de implantar áreas nos Corredores da Copa.

A ciclofaixa é compartilhada com a caixa viária já existente, com pintura no asfalto. A ciclovia é uma faixa segregada do trânsito de automóveis, construída só para bicicletas, com separação, em geral, por canteiros ou meio-fio.

Plano Macro

É pensamento do Implurb e Manaustrans ter um plano macro para o uso de bicicletas como meio de transporte, que inclui a construção de bicicletários nos terminais de ônibus, incentivo a parcerias para colocar paraciclos na capital, que são os estacionamentos públicos, e outras medidas. Tudo para estimular o uso da bicicleta cada vez mais.

E antes mesmo da criação da primeira ciclofaixa, o Manaustrans deverá começar as campanhas de educação de trânsito, tanto para motoristas quanto para ciclistas, visando a harmonia no compartilhamento das vias da cidade. “A campanha de sensibilização, educação e orientação deve começar antes, porque as pessoas não estão acostumadas a ver a bicicleta como meio de transporte, por isso a importância da participação de todos os grupos de pedal. Também é preciso sinalização própria”, afirma Cristiane Sotto Mayor.

Pesquisa

A coleta de dados da pesquisa está sendo feita em dois formatos: uma versão online e uma impressa. Todos os usuários de bicicleta que tiverem acesso à Internet poderão responder à pesquisa por meio de um formulário online. Para participar do grupo que vai realizar as entrevistas na rua, envie um email com seu nome e telefone para [email protected] (www.pedalamanaus.org/formulario-origem-destino/), e terá duração de 15 dias. É uma consulta pública feita em todas as zonas, com foco em quem usa a bicicleta como meio de transporte, especialmente”, explica a vice-presidente do Implurb, Cristiane Sotto Mayor.

Com os dados em mãos, começa o mapeamento para a criação das ciclorotas, uma espécie de malha viária para as bikes. Paralelo a isso, será feito o levantamento das vias indicadas para ter ciclovias e ciclofaixas, da velocidade dos carros que trafegam por elas, a quantidade de veículos e demais informações para saber se elas suportam a colocação de mais uma faixa.

A preferência é que as ciclorotas não passem nas vias de grande fluxo. “Precisamos fugir delas porque as interferências no transporte coletivo, por exemplo, são imensas. Pelo Código de Trânsito Brasileiro as ciclovias têm que ficar do lado direito, e aqui temos as paradas de ônibus”, diz Cristiane. Além desse detalhe, e da origem-destino, ainda são observadas a topografia dos locais e a caixa viária.

“Em no máximo um mês, após ter o resultado da consulta pública, vamos ter a definição de onde podemos colocar as ciclovias e ciclofaixas, em todas as zonas. E pensando na continuidade de fluxo, porque o ciclista precisa sair e a chegar a um ponto. Não pode ter uma ciclofaixa de uma rua só”, fala a vice-presidente. Também está em análise a possibilidade de implantar áreas nos Corredores da Copa.

A ciclofaixa é compartilhada com a caixa viária já existente, com pintura no asfalto. A ciclovia é uma faixa segregada do trânsito de automóveis, construída só para bicicletas, com separação, em geral, por canteiros ou meio-fio.

Plano Macro

É pensamento do Implurb e Manaustrans ter um plano macro para o uso de bicicletas como meio de transporte, que inclui a construção de bicicletários nos terminais de ônibus, incentivo a parcerias para colocar paraciclos na capital, que são os estacionamentos públicos, e outras medidas. Tudo para estimular o uso da bicicleta cada vez mais.

E antes mesmo da criação da primeira ciclofaixa, o Manaustrans deverá começar as campanhas de educação de trânsito, tanto para motoristas quanto para ciclistas, visando a harmonia no compartilhamento das vias da cidade. “A campanha de sensibilização, educação e orientação deve começar antes, porque as pessoas não estão acostumadas a ver a bicicleta como meio de transporte, por isso a importância da participação de todos os grupos de pedal. Também é preciso sinalização própria”, afirma Cristiane Sotto Mayor.

Pesquisa

A coleta de dados da pesquisa está sendo feita em dois formatos: uma versão online e uma impressa.
Todos os usuários de bicicleta que tiverem acesso à Internet poderão responder à pesquisa por meio de um formulário online.
Para participar do grupo que vai realizar as entrevistas na rua, envie um email com seu nome e telefone para [email protected] .

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