Falta de medicamentos nos postos é problema em Porto Velho

Pacientes que dependem da distribuição de remédios pela rede pública de saúde em Porto Velho reclamam da falta de mais de 50 medicamentos considerados essenciais.

Pacientes que dependem da distribuição de remédios pela rede pública de saúde em Porto Velho reclamam da falta de mais de 50 medicamentos considerados essenciais, como analgésicos, antibióticos e anti-inflamatórios. De acordo com reportagem do Boca de Rua de Porto Velho desta terça-feira (09), há registro de problemas na distribuição de remédios em postos da Unidade de Pronto Atendimentos (UPAs) e Unidades Básicas de Saúde (UBS) da capital.

Na receita para uma paciente com malária, que preferiu não se identificar, o médico da UPAs da Zona Sul prescreve o cloroquina + primaquina e o analgésico. Os remédios deveriam ser retirados em qualquer farmácia pública, porém uma atendente do posto diz que os medicamentos estão em falta. Também na Zona Leste, na UPAs, os remédios não foram encontrados e uma funcionária diz que os remédios não são distribuídos há algum tempo.

A falta de medicamentos também causa transtornos aos pacientes em todas Unidades Básicas de Saúde (UBS) da capital. Pacientes que sofrem de pressão alta, diabetes e câncer enfrentam dificuldades para continuar o tratamento.

O Ministério da Saúde possui uma lista de remédios, como antibióticos e anti-inflamatórios, que devem ser distribuídos para combater as doenças mais comuns. O Governo Federal diz que repassa uma verba para ajudar os municípios a comprar esses medicamentos, mas a compra e a distribuição são de responsabilidade das prefeituras.

(Fonte: Boca de Rua de Porto Velho)

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