Campanha da Gotinha Amiga termina nesta segunda e o Amazonas corre atrás da meta

A camanha termina nesta segunda, mas ainda dá tempo de levar a criançada para tomar a gotinha amiga. Façam isso, pela saúde das crianças
A camanha termina nesta segunda, mas ainda dá tempo de levar a criançada para tomar a gotinha amiga. Façam isso, pela saúde das crianças
A campanha termina nesta segunda, mas ainda dá tempo de levar a criançada para tomar a gotinha amiga. Façam isso, pela saúde das crianças

Amazonas- A Campanha de Vacinação contra a Poliomielite continua em todo o Amazonas. O secretário estadual de Saúde, Pedro Elias de Souza, reforça o alerta para que os pais não deixem de levar as crianças menores de cinco anos para receber a dose de reforço da vacina.

A meta é imunizar ao menos 95% das crianças nesta faixa etária, conforme preconiza o Ministério da Saúde, mas o Amazonas ainda não atingiu a meta estabelecida, mas falta pouco.

De acordo com balanço da Gerência Estadual de Imunização da Secretaria Estadual de Saúde (Susam), até o momento, a cobertura vacinal está se aproximando da meta e como a campanha só terminará nesta segunda-feira, são grandes as possibilidades de bater a meta, mas para isso, os is devem colaborar e levar os filhos dentro da faixa etária solicitada para a imunização..

“Ainda temos dois dias de campanha e é importante continuarmos mobilizados para alcançarmos a meta”, frisou o secretário Pedro Elias. A campanha nacional da Poliomielite termina na próxima segunda-feira (31).

A gerente estadual de Imunização, Izabel Nascimento, salientou que alguns municípios ainda não inseriram todos os dados de vacinação no sistema que faz o acompanhamento da campanha. Segundo ela, há casos como Benjamin Constant e Anamã que, até esta quarta-feira, ainda não haviam conseguido fazer a inserção dos dados.

“Há, também, equipes vacinando nas áreas rurais, que só farão a inserção dos dados ao retornarem para a sede dos municípios. Portanto, nossa cobertura vacinal deve estar um pouco acima do que o sistema está conseguindo mostrar. Mas estamos, mesmo assim, reforçando as recomendações para a importância de as secretarias estarem mobilizadas nesta reta final da campanha, para atingir a maior cobertura vacinal possível”, destacou.

Graças ao êxito das campanhas de vacinação e dos esforços para manter, na rotina do Sistema Único de Saúde, uma expressiva cobertura vacinal em todo o País, desde 1990 o Brasil não registra casos de Poliomielite. Em 1994, o País recebeu da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), a Certificação de área livre de circulação do polivírus selvagem no seu território, juntamente com os demais países das Américas.

“Estamos há 26 anos livres desta importante doença, mas precisamos continuar integrando os esforços internacionais para mantê-la sob controle, pois há, ainda, países em que ela é endêmica, o que sempre representa um risco para os que estão livres da circulação do polivírus”, frisou Pedro Elias.

Amazonianarede

 

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