Aeroporto Internacional Eduardo Gomes é o 3º pior do Brasil

(Amazonianarede com informações – JC)

Pesquisa encomendada e divulgada pela Secretaria da Aviação Civil da Presidência da República, para colher o grau de satisfação dos passageiros nos aeroportos brasileiros, aponta que o Aeroporto Internacional de Manaus Eduardo Gomes, que passa por uma completa reforma, é o terceiro pior seguido pelos de Cuiabá e Tom Jobim, no Rio de Janeiro.

A pesquisa aponta alguns pontos fracos no Aeroporto Internacional de Manaus como o alto custo do estacionamento, instalações de alimentos ‘inadequadas’; internet/wi-fi ‘intermitente’ e tempo na fila da imigração, considerado ‘acima do padrão internacional’. O aeroporto é o segundo mais movimentado da Região Norte e o 3º em movimentação de cargas em 2012, só atrás de Cumbica e Viracopos em São Paulo.

Uma das justificavas da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária no Amazonas (Infraero/AM) está, basicamente nas obras de ampliação e reforma com o aeroporto em funcionamento, fato que incomoda os passageiros levando a insatisfação.

Em obras desde novembro de 2011, o aeroporto de Manaus vai ampliar a capacidade de passageiros. Atualmente 66% dos trabalhos estão concluídos, com a reforma o aeroporto passará de 43 mil m² para 97.258 m², e aumentará a capacidade de 6,4 milhões para 13,5 milhões de passageiros ao ano. Além disso, a área comercial receberá novas lojas, totalizando 133 pontos comerciais.

Defesa

De acordo com o Sindicato das Empresas de Turismo no Estado do Amazonas (Sindetur) uma avaliação realizada em qualquer estabelecimento durante o período de obras e que esteja operando simultaneamente, tem que se levar em conta o desconforto.

Em segunda análise o presidente do Sindetur, Mário Tadros disse que independente do aeroporto estar em obras ou não, alguns pontos podem ser melhorados. “Não se pode desqualificar o aeroporto, porque Manaus toda tem um problema semelhante com a Internet”, defendeu.

Tadros alerta que a maior preocupação é que no projeto de reforma e ampliação não foi contemplada uma segunda pista de pouso e decolagem. “Eles focaram única e exclusivamente na Estação de Passageiros. A segunda pista ampliaria o fluxo de pessoas e a oferta de novas companhias aéreas”, afirmou.

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