
Conheça os veteranos que desafiam a biologia e buscam participações históricas nos gramados da América do Norte
Mundo – A contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2026 já começou, e enquanto o futebol se torna cada vez mais físico e intenso, alguns nomes provam que experiência ainda pesa e muito. A poucos dias do torneio, uma geração de veteranos desafia o tempo e mantém vivo o sonho de brilhar no maior palco do esporte.
Cristiano Ronaldo (Portugal)
Aos 41 anos, Cristiano Ronaldo segue ampliando números impressionantes e chega para mais uma Copa do Mundo com um objetivo claro: conquistar o único título que ainda falta em sua carreira. Mesmo atuando fora do eixo europeu, o atacante continua sendo decisivo e símbolo de longevidade no futebol moderno.
Luka Modrić (Croácia)
Outro nome que atravessa gerações é Luka Modrić. Prestes a completar 40 anos durante o torneio, o meio-campista mantém sua relevância técnica e liderança na seleção croata. Após chegar perto do título em 2018 e subir ao pódio em 2022, ele tenta escrever o capítulo final com um desfecho histórico.
Guillermo Ochoa (México)
No gol, a experiência também faz diferença. Guillermo Ochoa, aos 40 anos, pode alcançar a marca de seis Copas do Mundo disputadas, com o bônus de atuar diante de sua torcida. Conhecido por grandes atuações em Mundiais, o mexicano ainda inspira confiança em momentos decisivos.
Edin Džeko (Bósnia)
Já Edin Džeko, próximo dos 40 anos, segue como peça-chave de sua seleção. Artilheiro histórico da Bósnia, ele representa não só a qualidade técnica, mas também a esperança de uma campanha surpreendente.
Os veteranos que abriram os caminhos
Se hoje esses jogadores desafiam o tempo, eles seguem uma tradição construída por nomes históricos. O recorde de jogador mais velho em campo pertence a Essam El-Hadary, que atuou em 2018 com mais de 45 anos. Antes dele, Faryd Mondragón já havia impressionado ao jogar uma Copa aos 43.
Entre os atletas de linha, o legado de Roger Milla permanece inesquecível. Aos 42 anos, ele marcou gol em Mundial e virou símbolo de vitalidade no esporte. Outros goleiros como Pat Jennings e Peter Shilton também prolongaram suas carreiras em alto nível, reforçando a ideia de que a posição favorece a longevidade.
E quando se fala em títulos, nenhum exemplo é mais emblemático que Dino Zoff. Capitão da Itália campeã em 1982, ele levantou a taça aos 40 anos, um feito que até hoje não foi superado.
Em um futebol cada vez mais exigente, esses veteranos mostram que disciplina, inteligência tática e preparo físico podem compensar o avanço da idade — e, em alguns casos, até transformá-la em vantagem.
amazonianarede
Da Redação com Agências Portal d24am



