Categoria comemora o Dia do Professor com manifestação

A manifestação aconteceu na |Praça Heliodoro Balbi, no centro

 

A manifestação aconteceu na |Praça Heliodoro Balbi, no centro
A manifestação aconteceu na |Praça Heliodoro Balbi, no centro

Hoje, sábado, 15 de outubro, que é comemorado o Dia do Professor, representantes da categoria resolveu sair as ruas para numa manifestação em defesa da educação e da classe.

Com faixas e o auxílio de um carro de som, um grupo de docentes da rede pública de ensino se reuniu na Praça Heliodoro Balbi, no Centro da cidade, na manhã deste sábado (15).

Dentre as principais reivindicações dos professores está a defesa da ‘aposentadoria especial’, a necessidade de reajuste salarial dos professores da rede estadual de ensino e a convocação dos candidatos aprovados no concurso realizado em 2014, pela Secretaria Estadual de Educação dd Amazonas (Seduc).

Eles são contra o congelamento dos salários dos funcionários em 20 anos. “Somos contra a  retirada de direitos a tanto custo conquistado. Como por exemplo, a aposentadoria especial por tempo de serviço.

Professoras têm o direito de se aposentar com 25 anos de tempo de serviço e professores com 35 anos, disse a coordenadora geral do Sindicato dos Professores e Pedagogos do Ensino Público da Educação Básica do Município de Manaus (Ascom Sindical), Helma Sampaio.

Falta de negociação

Ela apontou ainda, a ausência de negociação com o governo estadual para que haja o reajuste salarial da categoria. “A nível estadual estamos há quase 3 anos sem reajuste salarial, nem ao menos reposição da inflação”, afirmou.

Os professores também solicitaram convocação imediata de candidatos aprovados em concurso realizado pela Seduc em 2014. Segundo eles, pedagogos, psicólogos, nutricionistas, merendeiros e assistentes sociais que passaram no exame ainda não foram chamados.

“Muitos professores que prestaram o concurso e passaram foram convocados, mas os outros profissionais não”, disse o professor Abel Santos.

Segurança

O investimento em segurança dentro das unidades de ensino e mais professores para lecionar nas escolas de Ensino Médio também foram reivindicações dos manifestantes.

“Nossas escolas sofrem com assaltos constantes. Temos escolas que já tiveram 4 assaltos em um mês. Temos os terceirizados, os merendeiros, que passam 3, 4 meses sem receber.

A nível nacional temos  uma imposição na questão do ensino médio, sem de novo consultar a nossa população, sem formar um consenso em torno disso”, disse o vereador Waldemir José (PT).

A manifestação se estendeu por toda a manhã, no Centro da cidade, e contou com apresentações de teatro e música.

A reportagem não conseguiu contato com a assesoria da Seduc, para obter informações sobre reivindicações presentes na manifestação.

Amaznianarede

 

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