Prefeitura reinicia obras no residencial Pedrinho Palmeiras

Amazonianarede/Redação/Repórter,AM

Manacapuru, AM – As obras do Residencial Pedrinho Palmeiras, em Manacapuru, paralisadas desde o ano passado em atendimento a uma decisão judicial pelo pelos vereadores da cidade, foi finalmente retomada pela Prefeitura do município.

O Residencial Pedrinho Palmeiras, que na semana passada sofreu ameaça de invasão, comandada pelo dirigente do PC do B local, Walfran Loyola, preso incontinenti por agentes da Polícia Militar do Amazonas, é aguardado com grande expectativa por milhares de famílias que não têm onde morar.

Muitas delas são remanescentes de áreas de alagados da cidade que, em 2008, na gestão Washington Regis, deveriam ser contempladas com um apartamento, construídos com recursos do Prosamim.

O dinheiro foi liberado, sacado e usado, mas nenhuma família recebeu o tão sonhado apartamento – carro-chefe da campanha Edson Bessa, capitaneada pelo então governador Eduardo Braga e pelo ex-prefeito do município.

Agora, com a autorização do Instituto de Preservação Ambiental do Amazonas (IPAAM), até o final do ano, segundo previsão do poder público municipal, cerca de 3 mil famílias terão acesso a um lote de terra medindo aproximadamente 600 metros quadrados.

A ideia do município é transformar o Residencial Pedrinho Palmeiras numa espécie de bairro modelo não só para o Amazonas, mas para todo o país.

O residencial, que recebeu o sonoro não dos vereadores Afrânio Pereira, Maria Isabel e Valciléia, além do dirigente do PC do B, não será apenas um simples assentamento. Entre vários benefícios urbanos, ele será dotado de saneamento básico, com esgoto

A área do residencial é de 73 hectares, correspondente 730 mil metros quadrados.

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