Prefeito filipino acusado de tráfico de drogas é morto na prisão

Prefeito Ronaldo Espinosa fala com chefe da polícia fillipina em Manila
Prefeito Ronaldo Espinosa fala com chefe da polícia fillipina em Manila
Prefeito Ronaldo Espinosa fala com chefe da polícia fillipina em Manila

MANILA — Um prefeito filipino acusado de tráfico de drogas foi morto na prisão onde estava detido, segundo a política. Esta é a segunda autoridade local envolvida no narcotráfico que acaba morta em uma penitenciária nas últimas semanas. No governo desde junho, o presidente Rodrigo Duterte lançou uma campanha de combate ao comércio de drogas no país, que vem apresentando resultados sangrentos dentro e fora das penitenciárias.

Duterte, de 71 anos, venceu as eleições em maio com a promessa de matar milhares de criminosos para lutar contra o tráfico de drogas. Quando assumiu o poder, colocou em andamento uma guerra contra o narcotráfico que já deixou mais de 4.000 mortos.

Em agosto, o presidente acusou Rolando Espinosa, prefeito da cidade de Albuera, na ilha de Leyte, e o seu filho de tráfico de drogas, pedindo que se rendessem. Também ordenou que a polícia não hesitasse em disparar se eles tentassem fugir.

Espinosa se rendeu porque disse temer por sua vida e, consequentemente, foi preso. Mas, neste sábado, a polícia anunciou que ele foi morto em sua cela depois de ter atirado contra os guardas durante uma inspeção em busca de armas ilegais.

— Disparou contra a equipe de assalto. A equipe de assalto respondeu e provocou a morte do prefeito — disse o inspetor-chefe da polícia local, Leo Laraga.

Samsudin Dimaukom, outro prefeito acusado de tráfico de drogas, foi morto em outubro também depois de ser preso nas Filipinas.

amazônianarede-agênciaoglobo

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