Policiais Civis registram prisão de homem com drogas em Maués

Maués, AM – Agentes Voluntários de Polícia da Nação Sateré-Mawé realizaram na noite de sábado (20), por volta das 23h30, a prisão em flagrante de Walter Amazonas Monteiro, 27, conhecido como “Waltinho”, por tráfico de entorpecentes.

A prisão ocorreu durante os festejos em comemoração ao Dia do Índio, na Comunidade Vila Nova 2, no rio Marau.

No momento da prisão, Walter portava 125 trouxinhas de substância com característica de pasta base de cocaína, 40 trouxinhas de erva com características de maconha e uma pedra pesando 150 gramas, com aparência de oxi. Esse material seria comercializado dentro da comunidade indígena.

Walter Monteiro foi levado ao 48º Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde foi autuado por tráfico de entorpecentes (Art.33/CPB). Ele ficará preso no local, à disposição da Justiça.

Uma polícia mais próxima da população

Em comemoração ao Dia do Índio, o Delegado Titular do 48º Distrito Integrado de Polícia (DIP), Mário Melo, lançou o Programa de Interiorização da Segurança Pública (Pisp). O programa tem o objetivo de formar em todas as comunidades do interior do município de Maués agentes comunitários de polícia para atuarem de maneira preventiva junto à população.

Em menos de 24h de atuação, os voluntários comunitários conseguiram fazer a prisão deste homem que comercializava entorpecentes na comunidade da tribo Sateré-Mawé. Os agentes receberam treinamento da Polícia Civil de Maués, sob o comando do Delegado Titular do 48º DIP, Mário Melo.

De acordo com o Delegado, o objetivo do programa é aproximar os agentes comunitários da população. “O agente irá desenvolver um trabalho de fiscalização, orientação e prevenção junto aos índios da tribo Sateré-Mawé”, disse.

O Programa atende a nova filosofia de “Polícia Comunitária”, onde se busca a aproximação dos agentes de Segurança Pública (Polícias Civil e Militar) da população para juntos desenvolverem a Segurança Pública no Estado do Amazonas. Este serviço será feito por meio de palestras a até mesmo prisões em flagrante.

Fonte – Ascom

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