Peritos Agrários fazem paralisação para chamar a atenção do Governo Federal

Manaus – Cumprindo uma agenda nacional, ontem os Peritos Federais Agrários, do INCRA no Amazonas, tiveram um dia de paralisação, a fim de chamar a atenção do Governo Federal para algumas reivindicações da categoria.

Segundo o agrônomo Afonso Vieira, um dos coordenadores da paralisação em Manaus, o Sindicato Nacional da Categoria luta por melhores salários e condições de trabalho, além de uma Assessoria Jurídica para defender os interesses da categoria em ações coletivas, além de buscar formação e qualificação profissional.

Outra bandeira defendida pela categoria, segundo Afonso, é a ampliação da área de atuação dos Peritos Federais Agrários, como por exemplo, poderem atuar em outros órgãos da administração, na fiscalização do ITR, combate a lavagem de dinheiro entre outros.

O Sindicato deseja também a ampliação da carreira com outras formações profissionais, considerando as especificidades das atribuições que envolvem o trabalho do Perito Federal Agrário, além da nomenclatura e o recebimento da remuneração por subsídio.

Os participantes do movimento em Manaus foram recebidos pela superintendente regional do INCRA, Maria do Socorro Marques Feitosa, que conversou amistosamente com os manifestantes, ouviu as reivindicações da categoria e solicitou o empenho para que as atividades no INCRA não sejam abaladas com o movimento.

Atividades

A carreira de Perito Federal Agrário é composta por engenheiros agrônomos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, criada em 2002 através da lei 10.550 e no Brasil existem 950 profissionais na ativa.

Dentre as principais atividades desenvolvidas pelos PFAs, destaques para: regularização fundiária; fiscalização da função social do imóvel; ratificação de títulos em faixa de fronteira; controle de aquisição de imóveis rurais por estrangeiros; certificação de imóveis rurais; cadastro de imóveis rurais; elaboração de planilha referencial; mercado de terras no Brasil; desenvolvimento de projetos de assentamentos; demarcação e regularização de territórios de comunidades Quilombolas e avaliação de imóveis rurais.

(Amazonianarede – Redação) 

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