
Quartas de finais só entraram no formato da competição em 1989; desde então, Brasil sempre teve, ao menos, um representante.
As partidas de ida das oitavas de final da Copa Libertadores não foram boas para os brasileiros. Na semana passada, o Cruzeiro ficou no empate em 1 x 1 com o Cerro Porteño, no Mineirão. Nesta quarta-feira, tanto o Atlético-MG como o Grêmio foram vencidos pelo placar mínimo por Nacional de Medellín e San Lorenzo, respectivamente. Os dois jogaram fora do país.
Não são resultados irreversíveis. Mas a possibilidade de o Brasil ficar sem um representante nas quartas de final do torneio pela primeira vez na história é grande.
A Copa Libertadores só passou a contar com uma fase de quartas de final a partir de 1989. Desde então, sempre tivemos ao menos um time do país entre os oito melhores do continente.
Mesmo na edição de 1988, o Guarani se classificou para a segunda fase, uma espécie de oitavas de final com apenas dez times. Mas o Bugre parou por ali, eliminado pelo mesmo San Lorenzo que hoje disputa vaga entre os oito melhores com o Grêmio.
Caso Cruzeiro, Atlético-MG e Grêmio não consigam reverter os resultados na segunda partida, o Brasil pode ter a pior participação na Copa Libertadores desde 1988.
Por: Felipe Barros, da PLACAR