Jogo educativo tem conteúdo de pesquisas na Amazônia

O projeto Pesquisa Ecológica de Longa Duração-Floresta Amazônica (PELD), vinculado ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), e o Museu da Amazônia (Musa), lançaram na manhã desta sexta-feira (16) o Jogo do Cururu no Centro de Visitação do Musa no Jardim Botânico Adolpho Ducke, localizado no bairro Cidade de Deus, zona norte de Manaus (AM).

O evento contou com a palestra do bolsista do Programa de Capacitação Institucional (PCI) do Inpa, Pedro Ivo, que explicou de maneira lúdica sobre as características dos sapos para os estudantes da Escola Municipal Ivone Maria Barbosa e Silva, localizada próximo ao Musa, na zona norte da capital. “As pessoas em geral não possuem muito contato com os anfíbios, mas as crianças estão mais abertas em aprender sobre os sapos, pois são bastante curiosas, principalmente as que moram em áreas mais rurais”, comentou Ivo.

Para a professora da escola, Socorro Ferreira, é importante que seja repassada a cultura de conservação da natureza para as crianças nas escolas. “Hoje em dia vemos várias situações desagradáveis que o planeta vem sofrendo, justamente por conta da falta de educação ambiental para as pessoas, por isso as escolas têm que ensinar os estudantes a cuidar do seu próprio futuro”, destacou.

Jogo do Cururu

O Jogo do Cururu é o primeiro produto de uma parceria entre o projeto Pesquisa Ecológica de Longa Duração – Floresta Amazônica (PELD/Sítio 1) e o Musa para a divulgação científica, o primeiro jogo virtual produzido pelas instituições.

A ideia do jogo é disponibilizar o conteúdo científico reunido ao longo de décadas pelos pesquisadores do Peld de uma forma divertida para as crianças e jovens aprenderem com mais facilidade e interesse. “Eu tenho medo de sapo, mais achei super legal o joguinho de adivinhar os sons que eles fazem, no começo é bem difícil saber, mas depois conseguimos acertar”, afirmou a estudante Larissa Viana, 10.

As fotos e os vídeos apresentados no jogo foram cedidos por pesquisadores experientes na área, como Willian Magnussum e Albertina Lima, ambos do Inpa. O financiamento veio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Fundação de Amparo à Pesquisado do Estado do Amazonas (Fapeam) e da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

(Reportagem: Fernanda Farias – Foto: Josiane Santos)

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