INCRA trabalha o georeferenciamento em projetos de reforma agrária em dez municípios do Amazonas

Amazonianarede – Assessoria

Manaus – A Superintendência Regional do INCRA no Amazonas iniciou o ano trabalhando no Georeferenciamento de dez projetos de assentamentos, através da empresa Arte Topográfica (Estudos Tipográficos Automatizados), vencedora do Pregão eletrônico nacional para o desenvolvimento do trabalho, orçado R$ 958.279,00.

No início da semana, a superintendente do órgão, Maria do Socorro Marques Feitosa e técnicos do INCRA estiveram reunidos com representantes da empresa, onde foram tratados detalhes e prioridades para a execução dos trabalhos que já foram iniciados.

Serão gereoferenciados os assentamentos: PAEs – Guarani, Antimari, São Joaquim, Vila da Alterosa do Juí, Flora Agrícola. PAs: Bóia Acari, Aquidaban, Crajari: PAF – Curuquetê e Rio Iça, nos municípios de: Amaturá, Atalaia do Norte, Benjamim Constant, Boca do Acre, Humaitá, Lábrea, Manacapuru, Santo Antonio do Iça e Tefé.

Com essa ação, nos dez projetos de assentamentos, o INCRA vai georeferenciar uma área de 639.004.390 ha, onde estão situados 9.875 lotes e beneficiará de imediato 3.217 famílias.

IMPORTÂNCIA

Para a superintendente Socorro Feitosa, essa ação tem uma importância fundamental para que a política de reforma agrária no Estado possa continuar a ser desenvolvida com velocidade, levantando as políticas públicas aos beneficiários do processo.

Com o georeferenciamento, todos os imóveis dessas áreas, estarão perfeitamente situados no globo terrestre, com formas definidas, dimensão, localização, com a descrição completa dos limites, características e confrontações através de memorial descrito e tudo irá fazer parte do Sistema Geodésico Brasileiro, de acordo com o que dete4rmina a lei.

Com isso. O INCRA-Amazonas está atendendo o que determina a lei 10.267/01, em, pleno vigor e passará a implementar a reforma agrária de forma m,ais ágil e eficiente, contribuindo de forma positiva com o desenvolvimento rural sustentável, além de realizar o ordenamento fundiário com a Certificação dos Projetos de Assentamentos, proporcionando um melhor gerenciamento da estrutura fundiária nacional em função do pleno conhecimento da malha e dessa forma, possa contribuir muito mais com o gerenciamento das políticas públicas de inclusão social e desenviolvimento sustentável.

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