Fisioterapeutas do Governo do Estado recebem capacitação com técnica do Kinésio

Manaus – Investindo nos profissionais de terapia dos Centros de Convivência e do Centro de Treinamento de Alto Rendimento da Amazônia (Ctara), o Governo do Amazonas por meio da Secretaria de Estado da Juventude, Desporto e Lazer (Sejel) ofereceu o inédito curso de Kinésio – técnica que utiliza bandagens para corrigir movimentos, aliviar a dor e auxiliar a cicatrização muscular.

O curso de 16h foi ministrado pelo fisioterapeuta goiano, Thiago Vilela, na Vila Olímpica de Manaus, zona centro-oeste da capital. Segundo Thiago, a bandagem é feita de algodão, tem a duração de três a cinco dias na pele e proporciona efeitos sensoriais quando aplicado sob o músculo.

“O kinésio pode ser utilizado sob o músculo, tendão e nervos, ajudando no tratamento de inflamações, espasmos musculares e problemas circulatórios. A bandagem quando colocada na pele, pode ativar ou inibir o músculo.

Tudo isso vai depender do problema apresentado e da técnica que será utilizada”, explicou o fisioterapeuta.

Atuando como fisioterapeuta no Centro de Convivência do Idoso da Aparecida, Janaína Raposo afirma que o curso vai proporcionar uma nova alternativa de tratamento para os idosos que possuem sequelas neurológicas e/ou ortopédicas.

Todos os participantes vão receber o certificado do curso e dois rolos de cinco metros da bandagem para iniciar as atividades.

Para o organizador do evento, André Júlio, o curso é uma grande oportunidade do profissional local se especializar com o que existe de mais novo no mercado. ”Ficamos felizes que o Governo esteja investindo científicamente na categoria. Nosso objetivo é aplicar as técnicas nos usuários dos Centros e nos atletas do Ctara, como forma de prevenir futuras lesões”, destacou André.

Kinésio – A bandagem é feita de algodão e foi desenvolvida há 30 anos por um médico japonês, com o objetivo de proteger os músculos e articulações sem impedir o movimento. As fitas adesivas coloridas, projetadas para reduzir a pressão muscular e com isso, aliviar a dor e o inchaço, viraram ‘moda’ entre atletas que buscam apoio muscular e articular, sem perder a liberdade dos movimentos durante treinos e competições.

Fonte – Agecom 

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