Defensoria Pública Itinerante beneficia moradores do bairro Colônia Antônio Aleixo

Atendimento C. A. Aleixo
Atendimento C. A. Aleixo
Manaus – A unidade móvel da Defensoria Pública do Estado (DPE) beneficiou, entre os dias 18 e 19 de outubro, cerca de 200 moradores do bairro Colônia Antônio Aleixo, zona leste da capital, e adjacências com o mutirão de serviços gratuitos na área jurídica. O projeto conta com o apoio da presidente do Fundo de Promoção Social (FPS) e primeira-dama Nejmi Aziz, que mais uma vez acompanhou as ações da DPE nas comunidades carentes de Manaus.

O ônibus itinerante da DPE já percorreu os bairros do João Paulo (zona leste), Novo Israel e Santa Etelvina (zona norte). A mobilização já contabiliza mais de 800 pessoas atendidas com uma média de 700 atendimentos, desde a criação do projeto em agosto deste ano.

A ação oferece orientação e assistência jurídica gratuita da equipe do projeto que atua na realização de conciliações extrajudiciais e ações judiciais na área de família, como divórcio, união estável, pensão alimentícia e reconhecimento de paternidade, dentre outros.

A presidente do FPS enfatizou a importância do apoio social para as mulheres. ”Além desses serviços, ainda complementamos com apoio de psicólogos e assistentes sociais para trabalhar conciliação e o amparo, principalmente das mulheres que são as que mais sofrem nos casos de divórcio”, comentou.

Atendimento C.A. Aleixo

Reconhecimento de paternidade

Segundo o coordenador do projeto, Marcondes Nogueira, a maior procura foi por reconhecimento de paternidade. “Em todas as outras edições tivemos mais ações de alimentos, mas desta vez recebemos muitas mães, jovens ainda com crianças de colo, em busca do reconhecimento de paternidade para seus filhos”, afirmou.

É o caso da dona de casa Jucileide Rodrigues Cordeiro, 29, que tem seis filhos, mas apenas um é registrado no nome do pai e os outros, além de serem de pais diferentes, são registrados apenas no nome dela. Como uma das crianças ainda não teve o pai identificado, a dona de casa solicitou junto à defensoria o exame de DNA.

“Estou passando por muitas necessidades com meus filhos e preciso do exame de DNA para que o pai ajude na criação da criança. Sem o exame comprovando a paternidade dele vou continuar sem o amparo financeiro e meu filho sem o convívio com o pai. Depois que conseguir desse, vou tentar o DNA para os outros quatro”, explicou.

Próximas edições

As próximas edições acontecerão nos dias 8 e 9 de novembrono bairro do Mauazinho (Zona Sul), em frente ao Centro Educacional Berenice Martins, e nos dias 6 e 7 de dezembro no bairro Parque Riachuelo (Zona Oeste), em frente ao Centro de Educação em Tempo Integral (Ceti) Garcytilzo do Lago e Silva.

(Por:Agecom)

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