Valor ficou R$ 19,70 mais barato em comparação com janeiro, quando a cesta custava R$ 647,97.
O preço da cesta básica em Manaus caiu para R$ 628,90 em fevereiro, segundo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgado nesta segunda-feira (9). A redução foi de 2,94% em relação a janeiro, a maior entre as capitais pesquisadas.
Em janeiro, a cesta custava R$ 647,97. A queda de R$ 19,70 foi registrada na comparação mensal. O estudo acompanha os preços de alimentos básicos em todas as capitais..
No cenário nacional, os preços variaram: o custo dos alimentos subiu em 14 capitais e caiu em outras 13 entre janeiro e fevereiro.
São Paulo registrou o maior custo da cesta básica, com R$ 852,87. Em seguida aparece Rio de Janeiro (R$ 826,98) e Florianópolis (R$ 797,53). No Norte e Nordeste, os valores foram menores, como em Aracaju (R$ 562,88) e Porto Velho (R$ 601,69).
Queda no preço de alimentos em Manaus
Em Manaus, oito dos 12 itens da cesta básica tiveram queda. As maiores reduções foram registradas na banana (-10,59%), tomate (-7,27%) e óleo de soja (-4,24%). Também caíram os preços do açúcar cristal (-3,30%), a carne bovina de primeira (-1,33%), o arroz agulhinha (-0,85%), a farinha de mandioca (-0,42%) e o café em pó (-0,32%).
Por outro lado, três itens ficaram mais caros no período: feijão carioca (1,79%), pão francês (0,80%) e manteiga (0,18%). O preço médio do leite integral permaneceu estável.
No cenário nacional, alguns desses produtos também apresentaram queda na maioria das capitais. O café em pó, por exemplo, ficou mais barato em 21 cidades, influenciado pela expectativa de safra recorde e pela redução das exportações. Já o óleo de soja caiu em 26 capitais, reflexo da maior oferta do grão e da desvalorização do dólar frente ao real.
Impacto no orçamento das famílias
O levantamento também indica que o peso da cesta básica no orçamento do trabalhador diminuiu em Manaus.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência Social, o comprometimento da renda com a compra dos alimentos caiu de 43,21% em janeiro para 41,94% em fevereiro.
Na prática, isso significa que o trabalhador passou a gastar uma parcela menor do salário para comprar os itens básicos de alimentação.
amazonianarede
Por g1 AM — Manaus




