Acordo põe fim à greve dos rodoviários desta terça (27), em Manaus

(Reportagem e foto: Sérgio Costa)

Mais uma vez a população que depende do transporte coletivo para chegar aos seus destinos ficou angustiada, sem saber se poderia contar com o ônibus de todos os dias, mesmo que lotado e caindo aos pedaços.

A greve, anunciada pelo Sindicato dos Rodoviários, que deixaria nas garagens cerca de 70% da frota que atende ao sistema de Manaus e poderia prejudicar mais de um milhão de usuários, foi abortada com a promessa de uma reunião entre representantes dos trabalhadores (motoristas e cobradores); o sindicato patronal (Sinetram) e o prefeito Arthur Neto, para a próxima sexta-feira (30).

Antes pode haver uma outra reunião entre o Sindicato dos Rodoviários e o Sinetram nesta terça (27), as 15h.

A justificativa

Os rodoviários apresentam como motivo principal para a paralisação, o não recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS – por algumas empresas. De acordo com o STTR, os empresários receberam dinheiro do governo do estado e da prefeitura de Manaus, além de subsídios e, mesmo assim, não fazem o devido depósito nas contas dos empregados.

O outro lado

Já o Sinetram, alega que a maioria das empresas conseguiu acordos com a Caixa Econômica Federal, para efetuar o parcelamento das dívidas com o FGTS, faltando apenas as empresas Global Green, Transtol Transportes, Viação Nova Integração, Rondônia Transportes – fecharem as negociações com a CEF.

As demais empresas – Líder Transportes, Açaí Transportes, Vega Transportes , Expresso Coroado, Viação São Pedro e Via Verde – estão com a situação regular.

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