Sidney Leite tenta desestabilizar governo de Pe. Carlos em Maués

Maués – Desde que iniciou o governo em janeiro de 2013, o prefeito de Maués Pe. Carlos Góes (PT) vem sendo perseguido pelo grupo político do deputado estadual e ex-prefeito de Maués, Sidney Leite que ainda não aceitou a derrota sofrida nas últimas eleições.

O deputado tem se prestado a ir a blogs, sites e a Tribuna da Assembléia tentar desqualificar o prefeito que está buscando meios de tirar o município de um mar de dívidas, herança de ex-prefeitos.

Para o prefeito, o deputado precisa ser parceiro de seu municipio criando emendas que contemplem a coletividade. “Até agora só perseguiu o governo, como filho de Maués deveria ser o primeiro a apoiar a nossa administração e encontrar soluções. Aceitamos critica, mas seria melhor apontar soluções. Até agora é o único que não entendeu que está na hora de nos unirmos por Maués. Tá na hora de descer do palanque” argumenta.
O empobrecimento de Maués que citou ontem o deputado começou quando Sidney com sua vaidade tentou ser vice governador abandonando a Prefeitura. Na história política de Maués consta que Sidney foi o que mais demitiu e perseguiu as famílias da cidade.

A população de Maués cobra até hoje explicações sobre a Fabrica de Rede que até hoje não funcionou e o Esgoto Sanitário hoje considerado o maior problema de saúde pública do município, onde estouram detritos no meio da rua. Problema que o deputado tentou repassar para o ex-prefeito Miguel Paiva, o Belexo e agora para o Prefeito Pe. Carlos.

Os primeiros meses de governo de Pe. Carlos foi de pagamento de dividas que poderiam estar sendo utilizados para movimentar a economia do município. “Tenho usado recursos próprios do município para pagar dividas que foram renegociadas com o SISPREV, SAAE, contas de água, luz, telefone, atrasados, regularizando aluguel social, entre outros pagamentos”, informa.

O Prefeito Pe. Carlos, encontrou o governo com salários defasados em todos os setores. Sem poder reajustar pela falta de um Plano de Cargos e Carreiras, os salários de professores, por exemplo, ainda são pagos como antes: professores com 20 horas recebem R$ 870,00, professores com 40 horas recebem, R$ 1.700,00. Com base nesses números e entendendo que é necessário o reajuste salarial, o prefeito determinou a Secretaria Municipal de Educação – SEMED a instituição de uma Comissão para o estudo do novo Plano de Cargos e Carreiras para os profissionais da educação incluindo vigias, merendeiras e serviços gerais.

O prefeito disse que não pode comprometer a arrecadação municipal que é pequena. “Recebi uma herança maldita, encontramos o município afundado em dívidas, infelizmente não houve compromisso de ex-administradores que ficaram no poder por mais de doze anos e criaram essa crise econômica que se instalou na cidade”, declarou o prefeito. Ele rechaçou as informações do deputado que houve redução no número de médicos. “É menos verdade, encontrei o município com oito hoje são 14 médicos contratados. Compramos medicamentos no mês de janeiro sendo pago em fevereiro R$ 412 mil 235.06 e em fevereiro pagos no mês de março R$ 314. 423.06 e estamos com uma nova cota para o mês de abril”, explicou.

Na ultima remessa consta 363 itens entre os quais medicamentos controlados, clinico e cirúrgico, material para radiologia e odontologia. Quanto à falta de dipirona injetável e insulina esclarecemos que os produtos não estão disponíveis nos laboratórios de Manaus, no entanto, a Secretaria de Saúde conseguiu comprar uma remessa que está no município há mais de duas semanas.

Destacamos ainda que o deputado reconhece que a crise econômica do município vem de administrações passadas quando afirma “que em todo ano passado, conseguiu um saldo de apenas nove novos registros com carteira assinada”.

De acordo com o prefeito o grande problema é que a Prefeitura sempre foi cabide de emprego e nunca ex-administradores estiveram preocupados em criar fontes de renda. “O maior desafio é o desemprego, sim, quem ficou no poder nesses anos não criou nenhuma alternativa”, ressaltou.

Carlos Góes explica ainda que as diárias enviadas a Câmara é uma questão de regulamentação. “As diárias são determinadas pela Câmara e estão defasadas. Não é justo que um Secretário resolva problemas do município tirando do próprio bolso, transporte, alimentação e estadia, é o que está acontecendo, os valores não cobrem”, explica.

SAÚDE

Quanto à desativação da Farmácia do Hospital, a Secretaria de Saúde atende ao pedido do Ministério da Saúde e dos médicos. O município já havia sido notificado na gestão anterior que não atendeu a recomendação.

Informamos que a Farmácia do hospital continua funcionando atendendo pessoas internadas e quem procura atendimento aos finais de semana. Os pacientes atendidos nas Unidades de Saúde já saem com os medicamentos.

“Estamos seguindo as determinações do Ministério da Saúde, será que até o Ministério está errado”, questiona. O Hospital Dona Mundiquinha é administrado pelo Governo do Estado – SUSAM, tendo o diretor indicação do Governo. A Prefeitura paga funcionários, compra medicamentos e faz a manutenção de equipamentos.

Recentemente fez uma licitação para aquisição de rouparia (lençóis e outros).

Durante encontro com o Governador na semana passada Omar Aziz confirmou duas ambulâncias para o município de Maués, a instalação do mamógrafo que deveria ter sido instalado pela ex-adminsitração, um aparelho de autoclave e ultrassonografia.

Em três meses de governo o prefeito realizou a primeira Jornada de Cirurgia de Catarata, alugou uma ambulância porque antes os pacientes eram transportados em um FIAT Strada. Trabalha em parceria com o vice Dr. Gute que doou ao município aparelho de eletrocardiograma e medicamentos aos pacientes.

Fonte – Assessoria

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