Seminário discute fontes de geração de energia elétrica e mudanças climáticas

Amazonianarede – Assessoria de Imprensa

Manaus – Diferentes fontes de energia, aquecimento global, questões de gênero e o legado da conferência ‘Rio + 20’ para o Brasil foram alguns dos assuntos que estiveram em pauta durante o primeiro “Seminário de Sustentabilidade, Meio Ambiente e Energia”, realizado nesta quinta-feira (8) pela Eletrobras Amazonas Energia.

Em sua primeira edição, o evento reuniu órgãos como: as Secretarias de Meio Ambiente do Estado (SDS) e do Município (Semmas), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Batalhão Ambiental da Polícia Militar, Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Serviço Social da Indústria (Sesi), Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp), entre outras instituições que fizeram explanações e discutiram questões relacionadas ao tema.

De acordo com o gerente de Sustentabilidade e Meio Ambiente da Eletrobras Amazonas Energia, Thiago Flores, o evento alcançou os objetivos porque conseguiu chamar a atenção da sociedade.

“O Seminário representou uma oportunidade de debater com as instituições parceiras e com a sociedade civil em geral, questões atuais que vêm acontecendo no Estado do Amazonas, relacionadas às ações de sustentabilidade, meio ambiente e energia. Além disso, esta foi uma oportunidade de apresentar para as pessoas os projetos de responsabilidade socioambiental que são executados hoje pela Eletrobras Amazonas Energia”, destacou.

Para o professor doutor, Rubem Rodrigues Souza, da Faculdade de Tecnologia da Ufam, e um dos palestrantes do evento; Manaus e o Amazonas vêm dando mostras de que é possível fazer o uso de diferentes fontes de energia menos poluentes.

“A complexidade na Amazônia requer um conjunto de ações energéticas e, Manaus está mostrando bem isso. Com a chegada do ‘linhão’ de Tucuruí no ano que vem, nós vamos conviver com energia hidrelétrica em maior quantidade do que a produzida hoje por Balbina. Vamos conviver também com o gás natural e vamos continuar convivendo ainda com derivados de petróleo (usinas termelétricas). Isso significa que temos que buscar, cada vez mais, soluções ambientalmente e socialmente adequadas como fontes de energia”, declarou o professor.

A coordenadora do Macro Processo de Sustentabilidade e de Meio Ambiente das Empresas de Distribuição da Eletrobras, Gleyse Peiter, ressaltou, em sua palestra “O Brasil pós Rio + 20 – Conquistas e Desafios”, o legado deixado após a conferência mundial que aconteceu este ano no Rio de Janeiro.

“No documento oficial da ‘Rio + 20’ foram definidos os objetivos do desenvolvimento sustentável até o ano de 2015, porém, muitas questões foram deixadas ‘em aberto’ porque não houve uma decisão concreta do que se vai fazer de fato, como por exemplo, o ‘Plano de Mitigação Voluntário de Redução de Gases de Efeito Estufa’. Na hora de ‘tirar o dinheiro do bolso’, os países não mostraram interesse em assumir compromissos com a humanidade”, destacou.

O Seminário contou também com as palestras: “A sustentabilidade no fornecimento de energia pela Eletrobras Amazonas Energia e suas contribuições para a sociedade”, ministrada pelo engenheiro Luiz Ferreira Júnior do departamento de Mercado da concessionária; “Tríplice responsabilidade por danos ao meio ambiente” promovida pelo advogado Leandro Eustáquio, do Escritório Jurídico Décio Freire & Advogados; “A importância da coleta seletiva para a empresa e para a sociedade” realizada pelo assessor jurídico da Semulsp, Eisenhower Campos e com a palestra “As Questões de Gênero e Sustentabilidade” proferida pela professora Márcia Oliveira da Ufam.

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