Segunda parte da cobertura da Arena da Amazônia chega a Manaus

A segunda remessa das estruturas metálicas da cobertura e fachada da Arena da Amazônia já desembarcou no Porto Chibatão, zona sul da cidade, vindas do navio Apisara Naree, que desembarcou em Manaus último sábado, 6 de julho. São ao todo, 2,8 mil toneladas de aço em 246 peças, produzidas pela metalúrgica Martifer, em Portugal.

A montagem da estrutura metálica na Arena começou há um mês e conta com três módulos em formato de “X” da fachada executados e mais dois módulos da cobertura no mesmo formato completos. A obra está 65% concluída e a parte metálica da cobertura e fachada é a principal frente de trabalho atualmente. “À medida que o trabalho avança, o ritmo de montagem vai aumentando e a Arena da Amazônia tomando a sua forma final. Esta parte metálica ficará pronta em outubro”, declarou o coordenador da Unidade Gestora do Projeto Copa (UGP Copa), Miguel Capobiango Neto.

Após processo de liberação, o planejamento de transporte do material até a o canteiro de obras da arena será feito pela Tomiasi Logística, também empresa do Grupo Chibatão, com o apoio do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização de Trânsito (Manaustrans). São 88 profissionais envolvidos no processo de descarga e transporte das estruturas. O navio que trouxe as peças desta remessa levou 16 dias para chegar ao Porto Chibatão.

Para o translado, a Tomiasi irá utilizar caminhões trucados e carretas dimensionadas especificamente para o tamanho das peças, que variam entre 8 e 21 metros de comprimento. Após serem entregues na Arena da Amazônia, as peças serão içadas com a ajuda de um guindaste de 400 toneladas.

“Sendo uma empresa genuinamente amazonense, o Porto Chibatão sente uma satisfação enorme em participar ativamente da construção de um marco na cidade de Manaus e do Estado como é a Arena da Amazônia”, disse o gestor do terminal portuário, Jhony Fidélis.

O terceiro e último carregamento com as peças metálicas tem previsão de chegar a Manaus em agosto. A entrega do estádio está marcada para dezembro deste ano.

A primeira carga com as estruturas metálicas desembarcou na capital amazonense no mês de março deste ano, o que exigiu uma operação diferenciada da equipe do porto, que utilizou modais terrestres e fluviais no descarregamento, a qual exigiu o emprego de duas balsas para transporte das peças maiores, 40 carretas e dois guindastes. No transporte até a Arena da Amazônia foram necessárias 70 carretas.

Inspiração regional – A fachada e cobertura da Arena da Amazônia são compostas por uma única estrutura metálica com design semelhante ao um cesto de palha indígena. O peso total de toda a estrutura é de 6,67 mil toneladas. A empresa responsável pela fabricação das peças é a Martifer, uma metalúrgica portuguesa que participou no Brasil da construção do Castelão (Fortaleza/CE), da Fonte Nova (Salvador/BA) e da Arena do Grêmio (Porto Alegre/RS).

(Agecom) 

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