Políticos falam em abertura de CPI para investigar apagões em Manaus

Apagão em Manaus
Amazonianarede – Aleam

Manaus – O deputado estadual Sidney Leite (DEM), em seu pronunciamento desta quinta-feira (29) na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), disse ser favorável a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a causa dos constantes apagões em Manaus, conforme Requerimento do deputado estadual Marcelo Ramos (PSB), que já recebeu seis assinaturas.

“Se chegarmos a esse entendimento, e dermos ouvidos à Procuradoria desta Casa Legislativa e à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da ALEAM de que nós temos realmente o poder e capacidade para investigar e propor essa CPI junto a uma empresa federal, da minha parte, eu assino”, declarou o parlamentar.

Sidney Leite disse que o apagão de terça-feira (27) foi o quinto registrado neste ano, deixando Manaus sem energia por conta de problemas em subestação da Eletrobrás/Amazonas Energia. “Essa situação não é mais concebível”, disse.

O parlamentar disse que os grandes jornais do País anunciaram nos últimos 15 dias a intenção da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em vários distribuidores, na qual foi citada a Amazonas Energia. “Coincidentemente, no dia do último apagão, a Folha de São Paulo saiu com matéria tratando de uma possível intervenção em várias empresas e aqui na região Norte explicita a empresa operadora do Acre e a do Amazonas”, disse.

“Ontem tomei o cuidado de entrar em contato com a Aneel para saber a procedência da informação, sendo informado de que é boato a notícia e que a empresa não tem nada programado neste sentido”, disse Leite, ressaltando que aproveitou para informar que além da população, as empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM) e do comércio em geral estão tendo grandes perdas.

Telefonia

Sidney Leite disse também não ser aceitável o apagão da telefonia móvel na cidade de Manaus toda vez que falta energia. “Essas operadoras não têm grupo gerador? Não têm um sistema de emergência”, questionou, ressaltando que se essas empresas não estão atendendo a demanda atual, quanto mais durante a realização da Copa do Mundo em 2014.

(Fonte: Diretoria de Comunicação)

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