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Movimento no comercio varejista em Manaus com péssimo desemprenho

Comercio varejista, vive um péssimo momento

 

Comercio varejista, vive um péssimo momento
Comercio varejista, vive um péssimo momento

Amazonas – Levantamento realizada e divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que o volume de vendas do comércio varejista do Amazonas registrou queda de 7% de janeiro a novembro de 2015. Em novembro, o volume de vendas do comércio amazonense apresentou queda de 10,7% na comparação com o mesmo mês de 2014, que havia registrado aumento de 1,7%. Segundo o IBGE, este foi o pior desempenho para o mês de novembro desde 2000, quando o Instituto começou a realizar o levantamento no Estado.

Para o IBGE, o negativo confirma uma tendência ocorrida durante todo o ano de 2015, que demonstra o fraco desempenho nas vendas do estado.

“Faltando apenas as informações do mês de dezembro que serão divulgadas em fevereiro; os dados existentes demonstram que a queda no ano já é a segunda maior em quinze anos de existência da pesquisa no Estado”, informou.

De outubro para novembro, o volume de vendas no comércio varejista foi de 103,1 para 101,3. Em relação a setembro, a taxa de variação para outubro subiu e alcançou 0,8%. Porém, o índice voltou a cair em novembro e registrou queda de 1,2% para o volume de vendas.

A baixa performance em novembro fez o estado ser o terceiro pior do país, ficando atrás apenas do Paraná (-1,6%) e de Amapá (-2,9%). No levantamento anterior que avaliou o mês de outubro, o comércio amazonense tinha ficado na 15ª colocação nacional entre os estados com melhor desempenho.

Mesmo com a redução considerável em novembro, a pior queda do ano ocorreu em maio. Mesmo com o Dia das Mães, que tradicionalmente coloca o maio em segundo lugar entre os meses com melhor desempenho de vendas, o período de 2015 teve recuo de 11,1%.

No ano passado o recuo foi ainda maior nas vendas do comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de varejo e e os grupos compostos pelos segmentos de veículos e motocicletas, partes e peças e de material de construção. O índice apresentou queda de 17,8% em outubro. No ano, o comércio ampliado já tem perda de 10,1%.

A receita do comércio ampliado, que não sofre os efeitos da inflação no seu cálculo, também registrou queda, que chegou a 11,3% em outubro e colaborou para que o acumulo de 2015 chegasse a -4,5%. De outubro de 2014 a outubro de 2015, a retração desse indicador foi de 4,3% no estado.

Amazonianarede-IBGE

 

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