Manifestação a favor do Governo Dilma no Amazonas

A manifestação ocorreu no centro de Manaus

 

A manifestação ocorreu no centro de Manaus
A manifestação ocorreu no centro de Manaus

Amazonas – Membros de centrais sindicais e movimentos sociais participaram de uma caminhada no Centro de Manaus na tarde desta quinta-feira (20). Por volta das 17h30 (horário de Manaus), a Polícia Militar (PM) informou que cerca de 4 mil pessoas participavam da manifestação a favor da presidente Dilma Rousseff. Segundo o capitão Rayleno, às 18h20 o número era de 2,5 mil. A organização estima público de cinco mil pessoas.

As manifestações desta quinta-feira, realizadas em várias cidades do Brasil, são uma reação organizada por partidos e entidades civis às manifestações de domingo (16), que pediram o impeachment da presidente Dilma. Em Manaus, os manifestantes se concentraram no Largo São Sebastião por volta das 15h30.

Aos gritos de “Não vai ter golpe”, milhares de pessoas iniciaram uma passeata pelas avenidas no centro da capital, por volta das 17h20.

Do Largo, os manifestantes caminharam pelas Avenidas Dez Julho, Getúlio Vargas, Sete de Setembro e Av. Eduardo Ribeiro.

Além da Central Única de Trabalhores (CUT), que esteve a frente da manifestação, participaram do movimento representantes da Central de Trabalhores e Trabalhadoras do Brasil (CTB-AM), a União da Juventude Socialista (UJS), bem como a União Brasileira de Mulheres do Amazonas (UBM-AM), a União Nacional dos Estudantes (UNE), além de outros membros de sindicatos e entidades sociais do estado.

De acordo com a presidente da CTB-AM, Isis Tavares, a principal pauta de luta durante o protesto foi a manutenção da democracia. “Nossa principal defesa é a defesa da democracia contra o golpe. Queremos fazer as nossas reivindicações, a nossa pressão nesse governo que nós elegemos.

O ato, foi organizado pelas Ceentais sindicais e movimento sociais
O ato, foi organizado pelas Centrais sindicais e movimento sociais

Entendemos que já vimos esse filme acontecer. A gente entende que é preciso mudar o rumo da política econômica. O Brasil precisa voltar a cresce. Tem que dar uma guinada na questão do ajuste fiscal. A presidenta tem que ouvir mais os movimentos populares. Nós queremos discutir com ela não com pessoas que foram rechaçados nas urnas. Os trabalhadores do Brasil inteiro estão se movimentando para isso”, disse.

Com cartazes, bandeiras e gritando palavras de ordem, os participantes também se posicionaram contra a privatização da Petrobras e a redução da maioridade penal. Em alguns momentos do protesto, manifestantes teceram duras críticas ao prefeito de Manaus Arthur Neto e ao governador do Estado, José Melo.

Entre as reinvidicações a nível local, o presidente da UJS-AM, Yann Evanovick, destacou questões relacionadas a mobilidade urbana. “No campo local a luta passa pela questão da mobilidade urbana, que passa pelo trânsito caótico que Manaus, passa pelo não cumprimento da promessa de campanha do prefeito Athur Virgílio, de construir 20 km de ciclovias, que não foram construídas, passa pela defesa do passe livre para estudantes, pela construção das 110 creches que era o número mínimo que Manaus deveria ter de creches e na realidade temos apenas 12”, listou.

Amazonianarede-Rede Amazonica

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