Município de Manaus deve ter orçamento de R$ 4 bilhões em 2016

A prefeitura apresentou as perspectivas para o Orçamento
A prefeitura apresentou as perspectivas para o Orçamento
A prefeitura apresentou as perspectivas para o Orçamento

Manaus, AM – Em de Cris e recessão as perspectivas que deverá ser bem aguda no próximo ano, a Prefeitura de Manaus, fechou seu orçamento para 2016 prevendo investimentos abaixo do projetado em seu Plano Plurianual.

De acordo com as propostas apresentadas por gestores do município durante audiência pública realizada nesta sexta-feira (4), a previsão é que o Executivo feche a Lei Orçamentária Anual (LOA) do ano que vem em aproximadamente R$ 4 bilhões.

Os Maiores investimentos devem ir para as pastas de Educação e Saúde. 61,3% do montante deve sair da máquina arrecadadora do município.

Segundo a prefeitura, a estimativa é que 61,3% do montante seja oriundo da máquina arrecadadora do município. O secretário municipal de Finanças, Tecnologia da Informação e Controle Interno (Semef), Ulisses Tapajós, afirma  que o valor está dentro do mesmo patamar previsto no fechamento de 2014. “Ou seja, ficaremos parados no tempo sem avançar na arrecadação municipal”, disse, por meio de assessoria de comunicação.

De acordo com o subsecretário de Orçamento e Projetos da Semef, Lourival Praia, a exemplo deste ano, a previsão é de que a prefeitura deixe de arrecadar pelo menos R$ 500 milhões em 2016, sendo R$ 300 milhões do Tesouro e R$ 200 milhões de receitas vinculadas.

Os valores não estão oficialmente fechados, conforme a prefeitura. Os gestores ainda deverão reunir com o prefeito para a revisão dos projetos e valores. A proposta orçamentária para 2016 deverá ser encaminhada para a aprovação da Câmara Municipal de Manaus (CMM) antes do final do mês.

Investimentos
Diante das propostas apresentadas pelos gestores municipais, os maiores investimentos deverão ficar para as secretarias municipais de Educação, Saúde e Infraestrutura. A primeira apresentou orçamento de R$ 1,1 bilhão, mesmo patamar do orçamento fechado em 2014.

Para a secretária da Semed, Kátia Schweickardt, o desafio vai ser grande, visto que a demanda na rede pública municipal deve crescer em pelo menos 20%. “Com a crise instalada, muitos pais deverão migrar seus filhos da rede particular para a pública. Prevemos um ano difícil, mas não podemos deixar as crianças sem estudar”, declarou a gestora.

Já a Secretaria Municipal de Saúde apresentou o segundo maior orçamento, estimado em R$ 852,6 milhões.

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