Josué Neto destaca participação da Assembleia nas ações de Segurança e Justiça

(Foto: Alberto César Araújo – Aleam)

A melhoria profissional nos sistemas de Segurança Pública e Justiça no Amazonas foi um tema amplamente debatido no âmbito da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) nos últimos dois anos, segundo o presidente Josué Neto (PSD), que na terça-feira (15) participou da solenidade de posse dos 60 novos defensores públicos do Amazonas, na sede do Ministério Público Estadual, junto com o governador Omar Aziz (PSD) e o prefeito de Manaus Artur Neto (PSDB).

O presidente Josué Neto destacou que os 60 novos defensores serão lotados nos municípios que mais precisam, alguns deles nunca na história tiveram defensores. “Esses defensores vão influenciar diretamente de forma positiva na vida das pessoas que moram no interior. A justiça dessa forma vai chegar às suas vidas para que possam se defender nas suas causas coletivas e pessoais na forma jurídica adequada”, afirmou.

O governador Omar Aziz reafirmou o compromisso do seu governo de que todos os municípios tenham um defensor público e anunciou a autonomia administrativa e orçamentária da Defensoria Pública. “É esse o compromisso que nós assumimos”, disse ele, lembrando que o concurso era para apenas 35 defensores e o número foi aumentado para 60, “pra que a gente pudesse suprir essa necessidade do interior do Estado”.

Josué Neto também observou que todas as conquistas na área da segurança e da justiça estadual, como a contratação dos 97 novos delegados, a nomeação dos 60 defensores, são conquistas que foram debatidas exaustivamente na Assembleia Legislativa nos últimos dois anos. “Eu como chefe do Poder, como presidente da Casa fico muito feliz de podermos participar em conquistas de tamanha relevância”, destacou.

Lembrando que quando era senador lutou muito para garantir autonomia financeira e funcional para os defensores públicos, o prefeito Artur Neto, disse que a ação do governo significa distribuir oportunidade de justiça pelo interior do Amazonas. Isso principalmente em relação às populações mais pobres, que não têm recursos para se defender diante das demandas judiciais.

Dos 60 novos defensores, menos da metade são amazonenses e restante são de outros estados como a cearense Juliana Lopes, de 26 anos e o carioca André Muquy, de 37 anos. Ambos vão atuar no interior do Estado, com salários de pouco mais de R$ 17 mil, mais a ajuda de custo moradia. Para eles, o desafio é levar justiça a todo cidadão amazonense.

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