Gestão compartilhada vai permitir investimentos e consolidação do Jardim Botânico como ponto turístico

Jardim Botânico de Manaus

Jardim Botânico de Manaus

Amazonianarede – Semcom

A Prefeitura de Manaus, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e o Museu da Amazônia deverão fechar até o final do primeiro semestre deste ano as bases para a formalização do convênio que garantirá ao Jardim Botânico de Manaus e o Musa o funcionamento por meio de gestão compartilhada e a consolidação do espaço como mais um ponto de visitação turística da cidade. Uma comissão foi formada com a finalidade de definir as atribuições e responsabilidades de cada órgão nesta parceria. Atualmente, o JB de Manaus está sob a responsabilidade da Semmas, do Musa e do Inpa, muito embora o instrumento jurídico de cessão em regime de comodato feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) à Prefeitura de Manaus esteja com o prazo de vigência vencido.

A secretária municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Kátia Schweickardt, afirmou que antes de mais nada é preciso formalizar a parceria para que o trabalho seja retomado na área. Ela esteve na última quinta-feira, 07, visitando as instalações do JB, situado na Cidade de Deus, na Zona Leste de Manaus, dando prosseguimento à série de visitas de diagnóstico às unidades de conservação municipais, geridas pela Semmas. A secretária foi recebida pelo diretor geral do Musa, professor Ennio Candotti, e juntamente com as equipes da Diretoria de Áreas Protegidas da Semmas e do Musa, percorreu as trilhas e as novas instalações que estão sendo construídas no local por meio de financiamento do BNDES, através do Fundo Amazônia.

As novas instalações do JB, que foi criado em 2000, como forma de conter a invasão naquela área da cidade, deverão contar com borboletário, um novo centro administrativo, tendas com exposições permanentes dentro da floresta, um aquário com peixes amazônicos, uma torre de observação da floresta (com 40 metros de altura), estações de observação, um insetário, além da ampliação das trilhas de visitação. De acordo com a secretária Kátia Schweickardt, além de um espaço destinado à visitação, o JB pode vir a ser também um centro de estudos e pesquisas de referência, visto que a unidade está situada no maior fragmento de floresta estudada em área urbana do Mundo.

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