Entidades sindicais e populares realizam ato público na Praça do Congresso nesta quinta-feira 11

Manaus – Os professores, técnico-administrativos e discentes da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), atendendo ao chamamento do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) e Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra), realizam, nesta quinta-feira (11), ‘Dia Nacional de Lutas com Greves e Mobilizações’, um grande ato público em Manaus, a partir das 15h.

A concentração ocorrerá na Praça do Congresso, no Centro, seguida de caminhada na Avenida Eduardo Ribeiro e encerramento no cruzamento da via com a Avenida Sete de Setembro, por meio de um ato unificado envolvendo o Fórum dos Servidores Públicos e Movimentos Populares, o Sindicato dos Servidores da Justiça do Trabalho (Sintra-AM), o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe),a Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas); o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto; o movimento de oposição à diretoria do Sindicato dos Correios (Sintect) a Assembleia Nacional dos Estudantes Livre (Anel); e o Movimento Passe Livre (MPL).

Segundo o presidente da Adua, José Belizario, o ato público está alicerçado em eixos como: o fim do fator previdenciário; 10% do PIB para a Educação Pública já; valorização da carreira docente e técnico-administrativa em educação; condições de trabalho decentes no serviço público; não ao assédio moral nas instituições públicas; não à corrupção; melhorias da qualidade do transporte coletivo; mais investimentos na saúde pública; fim das privatizações e da terceirização do trabalho; o combate a criminalização dos movimentos sociais; e a reforma agrária.

“O país está sendo ‘sacudido’ nestes últimos dias pela população em resposta às provocações do governo, que vem desmantelando os serviços públicos, com ações de precarização. As universidades e as escolas estão cada vez mais sucateadas”, criticou Belizario. No ato desta quinta-feira, o docente espera contar não somente com o apoio da comunidade universitária, mas da população amazonense.

O presidente do Sinasefe, Reginaldo Gomes, também destacou as bandeiras de luta ligadas ao setor da educação, incluindo entre elas a normatização da carga horária de 30h para os servidores e técnico-administrativos; a unificação de escolha direta para os diretores das unidades do Ifam e mais investimentos na infraestrutura do instituto. “O Ifam, apesar de contar com 700 professores e cinco mil alunos tem uma expansão precarizada. Os diretores em alguns locais não são eleitos, mas indicados e não há uma definição sobre a carga horária de trabalho”, disse.

Entrada do Campus – No ‘Dia Nacional de Lutas com Greves e Mobilizações’, a Adua, em parceria com o Sintesam, realiza um café da manhã, a partir das 6h, na rotatória do Mini Campus, para que os alunos, técnicos e professores que chegarem à universidade tenham a oportunidade de conhecer as bandeiras de luta das categorias e aderir à manifestação.

Panfletagem – Representantes dos três segmentos da comunidade acadêmica realizam, na tarde desta quarta-feira (10) panfletagens dentro do Campus da Ufam, com o intuito de sensibilizar a ‘população universitária’ sobre a importância da adesão ao ato público, neste momento em que a população brasileira, ávida por mudanças, vai às ruas protestar em prol de melhorias na prestação dos serviços públicos, entre eles a educação.

(Adua) 

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