Conab firma convênio de R$ 3 mi com cooperativas do Amazonas

18-12comabManaus – Como forma de ampliar as possibilidades de escoamento da produção, visando ao fortalecimento do setor primário, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) assinou convênios no valor de mais de R$ 3,6 milhões com diversas cooperativas do Amazonas, para que estas participem do quadro de programas alimentares:

o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), no segmento doação e formação de estoque e também o Programa de Subvenção de Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio).

Do quadro do PAA para doação participam as cooperativas, para o qual foram destinados R$ 2,5 milhões, participam a Cooperativa Mista dos Produtores Rurais de Novo Horizonte, dos Juticultores do Amazonas, Fruticultores e Agricultores de Manaquiri, dos Fruticultores e Agricultores de Manacapuru, dos Produtores Rurais de Autazes e dos Produtores e Produtores Agropecuários e Extrativistas de Parintins. Além desses, há, ainda, os Trabalhadores da Agricultura Familiar de Manacapuru, a Mista de Desenvolvimento Sustentável de Jutaí, dos Produtores Rurais de Borba e a Mista Agrícola do Produtor Rural do Aquidabam.

Para o quadro de formação de estoque, ao qual foram remanejados R$ 1,1 milhão, estão registradas as cooperativas Verde de Manicoré, dos Produtores de Leite de Autazes e a Agroextrativista Mista dos Produtores de Guajará.
Por fim, do quadro de subvenção da (PGPM-Bio) está a Cooperativa Mista de Desenvolvimento Sustentável de Jutaí, a verba é de R$ 12 mil.

O ex-superintendente da Conab, Thomaz Meirelles, representando o atual superintendente, Antonio Batista da Silva, explicou que os recursos servem para pagar a matéria-prima para o cooperado, para que dê tempo de a cooperativa beneficiar o produto e buscar mercado para escoar a produção. Depois que a cooperativa vende o produto e recebe por ele, a cooperativa devolve o valor disponibilizado com juros de 3% ao ano.

“Cada modalidade representa uma ferramenta de apoio ao cooperado, por parte do governo federal, que ajuda o cooperado. Para ter acesso a esses convênios, a organização precisa estar legalizada e dentro de todas especificidades jurídicas, tendo certidões negativas, INSS, FGTS, dívida ativa, não pode estar no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público (Cadin), além de outros termos”, informou.

Ainda de acordo com Meirelles, os valores repassados poderiam ter sido maiores, mas há alguns fatores que dificultam o acesso das cooperativas ao benefício.

“Tem a burocracia, tem a legalidade, tem a distância, é preciso elaborar os projetos”, comentou.

Para o presidente da Coplam, Manuel Maia, os convênios firmados promovem grandes avanços para as cooperativas, que podem se organizar, estabelecer metas e planejar em prol de atender, cada vez mais, um número maior de clientes.

“A gente vai aproveitando as portas que se abrem para fazer nossa cooperativa crescer e ganhar mercado. Ao passo que nós vamos fazendo melhorias e investimentos na cooperativa sem deixar de cuidar, antes de tudo, dos nossos cooperados”, lembrou.

Amazonianarede – Carla Santos – Ascom, Coopcom/AM

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