

Manaus, AM – A Secretaria Municipal de Saúde ( Semsa), diviulgou que as de notificações de dengue em Manaus este ano cresceu 181,8% em relação a 2015. De janeiro a outubro, foram 8.246 alertas, contra 2.926 registrados no mesmo período do ano passado.
Já nos casos confirmados da doença, foi registrada uma queda de 20,6% nos casos confirmados da doença. Registros de zika e chikungunya também foram divulgados.
Os dados compilados de pessoas que contraíram dengue, zika e chikungunya se referem ao período entre janeiro e setembro deste ano, confrontados com o mesmo espaço de tempo em 2015.
O índice de casos confirmados de dengue reduziu 20,6%. Neste ano, foram confirmados 847 casos de janeiro a outubro. Em 2015 foram confirmados 1067 casos de dengue.
Em relação ao vírus chikungunya, foram notificados 881 casos entre janeiro e setembro. Destes, 155 casos foram confirmados. Do número de casos confirmados, 120 são autóctones, ou seja, contraíram a doença no município de Manaus.
Quanto ao vírus da zika, foram notificados 6.011 casos e confirmados 4.333. Segundo a prefeitura, foram descartados 1.660 possibilidades do vírus e 18 casos estão em investigação.
Entre as gestantes de 2016 que contraíram zika, 470 casos foram confirmados entre 1236 notificações; 749 possibilidades foram descartadas e 17 estão em investigação.
Dos bebês que nasceram neste ano, foi confirmada microcefalia em quatro, entre 35 notificações. Outros 10 também tiveram microcefalia, mas a doença não teve relação com o zika; 11 seguem em investigação.
Mobilização
Diante do quadro, mais de 300 profissionais de saúde se mobilizaram na manhã deste sábado (3), no Parque Municipal Lagoa Senador Arthur Virgílio Filho, para uma ação cujo foco era alertar sobre a prevenção e combate ao mosquito da dengue.
Foram montados stands de exposição para falar sobre o combate às endemias, carros de fumacê e o motofogs no local. Os agentes panfletaram, adesivaram carros e distribuíram materiais para alertar aos moradores sobre o tema.
Segundo o secretário municipal de Saúde, Homero de Miranda Leão Filho, o objetivo é eliminar a possibilidade do nascimento de mosquitos e proliferação da doença. “Nós não conseguimos estar com um agente de controle de endemias em cada casa, em todos os bairros. Isso é um trabalho da família que precisa estar atenta a tudo que pode acumular água”, disse.
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