Alfredo Nascimento que ainda e da base aliada,deve votar contra a reforma que tem distorções

Alfredo Nascimento que ainda e da base aliada,deve votar contra a reforma que tem distorções

Brasil – O presidente Michel Temer ( que tem problemas com o seu partido, o PMDB não poderá contar com o voto do deputado federal Alfredo Nascimento (PR) na reforma da Previdência, prevista para ser votada ainda este ano na Câmara dos Deputados.

Em texto enviado à mídia o parlamentar,  que tem pretensões de chegar competitivo para disputar o Senado da República no ano vem, antecipou que votará contra a matéria, apesar de fazer parte da base aliada.

Para Alfredo, do PR Amazonas, a proposta do Governo está desfigurada e sem legitimidade, embora seja necessária, segundo ele,  para estancar a sangria nas contas públicas e rever privilégios.

O deputado diz que não há clima para votar uma matéria tão delicada a menos de um ano da eleição presidencial.

“A proposta do Governo está desfigurada e não vejo legitimidade e clima político para aprovar neste momento mudanças tão polêmicas”, disse Alfredo.

A reforma da Previdência é um tema polêmico e desperta diferentes interesses. E por isso, no entender de Alfredo, deve ser pauta principal da campanha eleitoral para presidente em 2018, com os candidatos deixando claro suas propostas.

“Assim, o presidente eleito estaria respaldado pelo voto popular para implementar uma ampla reforma e não enfrentaria dificuldades para aprovar no Congresso Nacional”, justificou.

A proposta que o Governo Temer quer colocar em votação, segundo o parlamentar amazonense, precisa ser debatida com a sociedade.

“É um tema que não foi pauta do Governo nos últimos 12 anos e não é agora, no final de um mandato, que vamos conseguir aprovar. Tem que ser debatido, discutido amplamente com a população e uma campanha eleitoral, com todo espaço na mídia, é o momento ideal para este debate”, afirma Alfredo.

O parlamentar defende que a reforma seja efetivada para derrubar privilégios, principalmente no setor público.

“Não podemos mais admitir aposentadorias precoces, de valores elevados. Temos que ter uma política única para o setores privado e público”, pontua.

Amazoniaarede-Assessoria

 

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