Violência brutal

Crimes brutais – Mais um jovem, de apenas 17 anos, passou a fazer parte da estatística da violência ontem. Cinco homens o executaram com 22 tiros, quando voltava da igreja e iria comprar um lanche, segundo a família. Acontece que, em casos assim, existe sempre uma motivação muito forte por trás, já que ninguém morre de graças, a não ser por acidente ou bala perdida, com essa truculência e vontade de matar. Geralmente há a ligação com o tráfico de drogas que cada vez mais vem aliciando garotos com a promessa de dinheiro fácil e rápido.

Boas medidas – Mais duas boas medidas estão sendo adotadas pela nova administração de Manaus. A ampliação do horário de atendimento nas Unidades Básicas de Saúde, nos bairros e a transformação de terrenos baldios em estacionamentos. A primeira favorece as pessoas que precisam sair cedo de casa para trabalhar e acabam ficando sem acesso as consultas médicas e a segunda é melhor ainda: além de resolver o problema da falta de vagas para estacionar, afasta os marginais destes terrenos e contribui para a fluidez no trânsito, prejudicado pelas filas duplas em várias vias da cidade.

Escolas de Samba – As agremiações do Grupo Especial de Manaus ainda não se deram ao trabalho de realizar um estudo, junto as grandes escolas do Rio de Janeiro e até de São Paulo, para tentarem se profissionalizar e passar a sobreviver da própria renda. Enquanto isso não ocorrer, vamos continuar a vê-las correndo atrás de auxílio financeiro do governo do Estado e da prefeitura, que já tem tantas áreas para cuidar. O ideal seria promover eventos e passar a cobrar ingresso para os desfiles no Sambódromo, como sugeriu ano passado o carnavalesco Shangai, da Vitória Régia. Paga para assistir quem gosta.

Futebol – O futebol brasileiro vai mesmo mal das pernas. Basta ver a participação da seleção no Campeonato Sul-Americano Sub-20. Um empate e uma derrota, para equipes que em outros tempos seriam facilmente batidas. Agora precisa ganhar da Venezuela para não ser eliminada. Mas há explicações bem lógicas: os garotos nem começaram ainda e já estão com a cabeça no exterior, além disso a “famosa” máscara acompanha os meninos desde cedo. É cada corte de cabelo pior que o outro. Só não se lembram do principal, ou seja, jogar o bom futebol brasileiro.

Material – É bom que os pais tenham bastante paciência e andem muito na hora da compra do material escolar dos filhos. Uma pesquisa revelou que as lojas têm diferenças de preços que podem chegar até a 700%. Um absurdo que se vê todos os anos sem que nenhuma agência controladora combata. Então é necessário que nós mesmos levemos esses comerciantes gananciosos à falência, deixando de comprar em seus estabelecimentos. É o melhor troco que o consumidor pode dar.

Sérgio Costa
Da Redação 

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