PNGR estabelece diretrizes relacionadas a comunicação sobre alertas a tempestades

Amazonianarede – Aleam

Manaus – Autor da Audiência Pública sobre prevenção de desastres naturais, o deputado estadual Marcelo Ramos (PSB) disse que o fato que motivou esse diálogo entre os diversos órgãos presentes foram as ocorrências nos últimos meses de tempestades, não só em Manaus, como também em alguns municípios do interior do Amazonas, deixando os órgãos envolvidos diretamente preocupados com a questão com que está acontecendo de forma rotineira na cidade.

Para Marcelo Ramos, a preocupação é que os fenômenos naturais não são evitáveis, mas são previsíveis e a previsão efetiva desses fenômenos é o estabelecimento de um procedimento de alerta para a população. Isso, com certeza, é o único mecanismo capaz de reduzir os danos. “Na última ocorrência desses episódios aqui em Manaus, há relato de um caos dentro de um shopping da cidade. Se tivesse ocorrido um alerta, isso poderia ter evitado uma série de procedimentos como carros deixar carros embaixo de árvores, sair no horário em que o evento iria acontecer, dentre outros”, assinalou Ramos.

O deputado afirmou que o Plano Nacional de Gestão de Risco estabelece algumas diretrizes relacionadas a comunicação de alertas, articulação dos órgãos federais, estaduais e municipais nas respostas a esses eventos e análises com compartilhamento de informações.

Planejamento de ações

Escutar os órgãos que trabalham com a previsão do tempo e demais órgãos públicos de Manaus para saber como estão agindo diante da repercussão sobre fenômenos naturais foi a definição dada pelo deputado estadual Marco Antonio Chico Preto (PSD) para a realização da audiência.

“Após ouvir esses órgãos a intenção é defender a ideia de que haja um planejamento afim de que essas ações, seja do governo, ou prefeitura, possam se antecipar a esses eventos e diminuir as conseqüências e efeitos que eles trazem, além de organizar a população e estruturar melhor alguns serviços dentro desse serviço, estimulando maior harmonia de trabalho entre esses órgãos para que os efeitos possam ser previstos e minorados”, disse Chico Preto.

Eletrobrás/Amazonas Energia

De acordo com Vladimir Paixão e Silva, representante da Eletrobrás Amazonas Energia, a empresa tem se preocupado com essas questões, mantendo com o SIPAM uma relação proativa onde têm estabelecido um trabalho em conjunto para a Eletrobrás, para que possa ser alertada no tempo necessário e resolver em tempo hábil essas questões.

Vladimir revelou que há uma parceria séria na questão da previsão desses eventos em Manaus trabalhando junto com o SIPAM para haver um melhor preparo para enfrentar essas questões relativas às tempestades.

Ele afirmou que os alertas chegam à empresa com antecedência e todo um trabalho é executado em seu sistema, que trabalha com várias usinas, preparando-as de forma correta no local onde o evento vai ocorrer, da melhor maneira possível não só nas usinas, como nas redes de distribuição que são bastante afetadas.

“O problema é que a quantidade de postes caídos, de árvores que tombam, telhados e placas de out-doors que se desprendem e caem sobre a rede de iluminação é muito grande e, por isso, acontece a demora, mas apenas numa situação como essa que é de extrema dificuldade”, assinalou Vladimir Paixão.

(Fonte: Diretoria de Comunicação)

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