Pesquisa confirma insatisfação de clientes de telefonia móvel

A pesquisa de satisfação realizada pela Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Roraima, por intermédio da Comissão de Defesa do Consumidor, resultou em centenas de reclamações contra as operadoras de telefonia móvel e fixa, internet banda larga fixa e móvel, e TV por assinatura.

O serviço que liderou o ranking de reclamações foi o de telefonia móvel, com 689 queixas, sendo as principais relacionadas à qualidade das ligações como queda de ligação, chamadas que não se completam, além da demora no atendimento na loja física e no call center.

Das 689 reclamações feitas pelos usuários, 560 estão relacionadas à queda de ligações e 564 à chamadas que não se completam. A demora no atendimento na loja física teve 362 queixas, enquanto que a demora do call center – que o serviço de atendimento feito via telefone – registrou 487 reclames.

As queixas relacionadas aos demais serviços que foram objetos de reclamação da pesquisa, como internet banda larga fixa e móvel, e TV por assinatura ainda estão sendo contabilizados.

A comissão está analisando detalhadamente todas as reclamações para ingressar, na próxima semana, com as representações junto aos órgãos competentes que atuam em defesa do consumidor.

Para o presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, Rawlins Coelho, o resultado reflete a necessidade de ações mais energéticas em defesa dos consumidores contra os abusos e desrespeitos praticados no que diz respeito à má qualidade dos serviços ofertados.

O presidente da Ordem, Jorge Fraxe, disponibilizou total apoio à comissão para que atue de forma firme e intransigente contra a violação dos direitos dos consumidores roraimenses.

“Não podemos fechar os olhos aos reclamos da sociedade, em especial, neste caso, nós consumidores que pagamos por um serviço, que deveria ser prestado com qualidade e respeito em obediência ao Código de Defesa do Consumidor. Em pleno século XXI, Era da globalização, em que necessitamos de uma tecnologia de ponta para promover o progresso, tendo em vista que este serviço é uma ferramenta indispensável aos cidadãos, não podemos jamais tolerar esse abuso de prestação de serviço ineficiente”, afirmou o presidente.

(Fonte: OAB)

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