
Na época, as autoridades locais investigaram a denúncia, mas o caso acabou arquivado por falta de provas
EUA – Chelsea Perkins, 35, uma veterana da Guarda Costeira dos EUA e modelo, foi condenada em 2025 a mais de 22 anos de prisão pelo assassinato de Matthew Dunmire, ocorrido em 2021. Em 2017, Perkins denunciou Dunmire por estupro na cidade de Virginia Beach. Na época, as autoridades locais investigaram a denúncia, mas o caso acabou arquivado por falta de provas. Quatro anos após a denúncia frustrada Chelsea se vingou e matou Dunmire com um tiro na nuca.
Segundo amigos e e familiares, a decisão da polícia deixou uma ferida aberta em Chelsea, que viu seu agressor seguir a vida em liberdade enquanto ela lidava com o trauma. Quatro anos após a denúncia frustrada, em março de 2021, Perkins dirigiu quase 800 quilômetros da Virgínia até o estado de Ohio.
Ela atraiu Dunmire para uma área isolada do Parque Nacional Cuyahoga Valley e, no local, executou Dunmire com um tiro na nuca. Após o assassinato, Chelsea tatuou uma forca em seu braço, interpretada pelos investigadores como um troféu pelo “justiçamento” realizado.
Apesar do planejamento, Perkins deixou rastros que foram cruciais para a polícia. Os investigadores ligaram a veterana à cena do crime através de uma combinação de dados de GPS do veículo, registros telefônicos que comprovaram a comunicação e o deslocamento, além de evidências de DNA encontradas no local.
Chelsea Perkins declarou-se culpada e atribuiu o assassinato ao transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) decorrente de agressões sexuais sofridas no passado. A sentença de mais de duas décadas de reclusão foi vista por muitos como o rigor necessário da lei, enquanto outros a enxergam como o reflexo de um sistema que falhou com ela no passado.
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Da Redação Portal d24am



