Galaxy Note II reforça posição da Samsung no mercado de phablets

São Paulo – Percebendo sua liderança no crescente mercado de phablets (aparelhos que são maiores que um smartphone, porém menores que um tablet), a Samsung trouxe a segunda geração do Galaxy Note II (R$ 2.000), que compete de igual para igual com o poderoso Galaxy SIII .

A Samsung foi a primeira a apostar no mercado de phablets com o primeiro Note. Inicialmente houve desconfiança, já que o tamanho gigante da tela não é para qualquer perfil de usuário. Mas as boas vendas do Note provaram que o formato phablet tem seu público e outras empresas, como Huawei (Ascend Mate ), LG ( Optimus G Pro ), Sony ( Xperia Z ) e ZTE ( Grand Memo ), também entraram nesse barco. Líder no mercado, a Samsung lançou recentemente o Galaxy Note II, maior e mais poderoso que seu antecessor. Confira a análise.

A favor:
• Grande tela de Super AMOLED;
• Processamento poderoso;
• Tela de toque com tecnologia mais precisa;
• Enorme duração de bateria.

Contra:
• Tela pode ser grande e incômoda para algumas pessoas;
• Complicado de interagir com apenas uma mão;
• Corpo de plástico pode desagradar aos mais exigentes;
• Não possui conexão HDMI nativa.

Design
O design não mudou muito em relação ao primeiro Note. O aparelho ganhou tela um pouco maior, mas fora isso não há nenhuma mudança drástica.

Como já percebemos, o Note II é bem grande, grande mesmo. E se isso é uma mão na roda para quem gosta de ler e de fazer anotações, pode atrapalhar um pouco quem usa o aparelho como telefone. É um pouco engraçado atender uma chamada em um aparelho tão diferente do comum.

O tamanho também prejudica a interação com uma só mão. Embora o peso não atrapalhe na ação, o tamanho faz com que seja impossível para um ser humano comum tocar o outro lado da tela com o polegar da mão que segura o aparelho. Por outro lado, a tela gigantesca é ótima para jogos e filmes.

Uma reclamação que pode continuar é a do acabamento. Assim como a insistência do plástico no novo e poderoso Galaxy S4, também no Note II temos o corpo do aparelho em policarbonato. O material não é ruim, mas, considerando preço e categoria, muitos podem considerar um acabamento de baixa qualidade quando comparado a um iPhone ou Lumia.

Em nossos testes usamos um modelo branco, mas o aparelho também pode ser encontrado em um grafite perolado bonito. O branco está presente na frente, ao redor da tela e no botão home, assim como na traseira.

Ao redor do aparelho fica uma moldura prateada, também de plástico, que abriga os botões de volume na esquerda e o de energia na direita. Na parte superior ficam a entrada padrão para fones de ouvido e um microfone adicional.

A parte inferior traz a conexão microUSB, o microfone para chamadas e a entrada da S Pen, a caneta digital (stylus) da linha Note. A traseira fica com a câmera, um flash e uma pequena saída de som, e a frente conta com a tela, sensor de luz ambiente, LED de aviso, um botão físico e dois de toque, que só aparecem iluminados quando a tela está sendo utilizada.

No geral, o Note II é um belo produto, um gadget que impõe respeito. Há o porém do acabamento em plástico, mas sua pegada é segura graças ao tamanho.

Tela
Comparado ao primeiro modelo, o display ganhou 0,2 polegada, chegando a 5,5 polegadas. Para proteger tanta área, agora temos Corning Gorila Glass 2, mas um pouco menos de definição. Se no primeiro Note tínhamos 800 x 1280 pixels com 285 pixels de densidade, o Note II chega com 720 x 1280 pixels, com 267 de densidade.

A diferença, nesse caso, também é imperceptível de um modelo para outro, ainda mais com a qualidade da tecnologia Super AMOLED, que entrega uma imagem clara, brilhante e com ótima definição Full HD. Ela traz 16 milhões de cores e é capacitiva, além de incluir a tecnologia de toque especial da Wacom (para canetas digitais).

Hardware e processamento
Uma tela tão grande exige um processamento respeitável, e a Samsung não decepcionou nesse quesito. Seu interior abriga um processador Cortex-A9 de quatro núcleos com 1,6 GHz, GPU Mali-400MP e chipset Exynos 4412 Quad. Uma generosa memória RAM de 2 GB completa o conjunto.

Com essa configuração, o N7100 se saiu bem em nossos testes, pontuando 16.547 no aplicativo de benchmark AnTuTu. Para efeito de comparação, o tablet Nexus 7 da ASUS teve 12.606 pontos. Em multitarefa não houve qualquer problema, até mesmo com jogos pesados como Batman: The Dark Knight Rises rodando.

O esquema de várias janelas permite, por exemplo, que você assista um vídeo enquanto faz outras coisas. Rodamos um vídeo Full HD juntamente com o jogo Subway Surfer, e apesar de ficar ligeiramente lento, o aparelho conseguir rodar as duas aplicações simultaneamente.

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