Brasil constrói usinas eólicas, mas não tem rede para distribuir a energia

Brasília – Neste ano 50 novas usinas de produção de energia elétrica com a força dos ventos ficam prontas, mas não podem produzir e ainda recebem dinheiro do governo. Isso porque, por falta de planejamento, não existe a rede para levar a eletricidade para o sistema de distribuição nacional.

As usinas são montadas por empresas privadas, que venceram os leilões do governo.

Vinte e seis delas já estão prontas, mas as hélices de geração ficam travadas, porque não tem como levar a energia para a casa do consumidor.

A rede de distribuição é construída pela estatal Eletrobrás, que enfrenta toda a burocracia das empresas públicas e ainda alega dificuldades no licenciamento ambiental.

Se essas usinas já estivessem funcionando, o consumidor brasileiro não precisaria pagar os 150 milhões de reais gastos por mês, para manter as termelétricas a gás, a óleo e carvão, ligadas, como está ocorrendo.

As geradoras de energia pelo vento que já estão prontas ainda recebem do governo, pois a parte delas foi honrada, conforme determina o contrato.

Nordeste

A maior concentração dos parques de geração de energia eólica no Brasil estão situados nos Estados do nordeste, onde o vento é abundante e garante o funcionamento constante do sistema.

Bahia, Rio Grande do Norte e Natal são os três estados do nordeste brasileiros onde se concentram a maioria do sistema de produção desse tipo de energia para que o sistema de produção desse tipo de energia elétrica é exclusivamente o vento.

Calcula-se que o parque eólico existente no Brasil, se funcionasse como deveria funcionar, geraria energia elétrica para mais de 3 milhões de pessoas, o que representa 2% da produção de energia elétrica no Brasil. (Energia eólica)

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