
Os candidatos Arthur Neto ( PSDB) e Marcelo Ramos (PR) que disputam o segundo turno par a Prefeitura de Manaus, participaram ontem a noite, de um acirrado debate na Tv Bandeirantes, onde prevaleceu o baio nível e certamente não agradou aos eleitores.
Com ataques pessoais que transformaram o debate num programa político de baixo nível, em determinado momento, os dois candidatos os começaram a baixar de nível no programa e a primeira cutucado nesse sentido partiu do candidato Marcelo Ramos que acusou Arthur de “ andar tonto pelos restaurante o que foi prontamente rebatido por Arthur, chamando o seu adversário de “ imatura “e advertindo que a Prefeitura de Manaus, mão é lugar para o primeiro empregou nem menor aprendiz.
O encontro foi dividido em quatro blocos e abordou temas como Saúde, Orçamento, Segurança, Economia, Saneamento e Básico, entre outros. O debate teve a duração de 1h30.
O primeiro bloco teve perguntas feitas pela produção da TV. Foram definidos 30 segundos para perguntas, 2 minutos para respostas e 1 minuto para replica e treplica. O segundo bloco contou com perguntas de temas livres entre os candidatos.
No terceiro, eles responderam sobre temas sorteados pelo mediador. O último bloco teve rodadas de perguntas com tema livre e dois minutos para considerações finais com ordem sorteada.
Marcelo Ramos foi o primeiro a fazer suas considerações finais. “Precisamos retomar a serenidade, o cuidado com o futuro da nossa gente. O que está em discussão aqui, não é se vai ganhar o Marcelo Ramos ou o Artur, é o futuro de cada pai cada mãe de família dessa cidade.
Se no primeiro turno, as possibilidades de mudanças eram várias, agora só tem duas alternativas no segundo turno: a continuidade, continuar tudo como está e acreditar que as promessas que não foram cumpridas em quatro anos serão cumpridas num futuro próximo, ou acreditar em um caminho mais feliz de mudança, de esperança, de transformação”, disse.
Artur foi o último candidato a fazer suas considerações. “É a hora de escolhermos entre o grupo que faliu o Amazonas, que faliu Manaus, não vai pagar 13º e nem pagar o salário de outubro, e a prefeitura que rumou em passos seguros no meio da crise para levar o barco para o outro lado do rio engabelado, que construiu o comércio, obras fundamentais de infraestrutura. Aquela que veio aqui de novo para mostrar o seu trabalho. Não estou aqui me fazendo de vítima, coisa alguma. Lamento que não ouvi proposta do candidato.Estou aqui muito seguro da confiança que minha família tem em mim”, disse.
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