Amazonas fecha agosto com queda de 2,2% na produção industrial

A crise atinge em cheio a produção industrial amazonense
A crise atinge em cheio a produção industrial amazonense

Amazonas – Os reflexos negativos da crise econômica que envolve o Brasil, chegaram com forço total ao Amazonas, com uma acentuada queda na produção industrial, atingindo especialmente, o Polo Industrial de Manaus e consequentemente, a Zona Fraca de Manaus.

A produção industrial do Amazonas recuou 2,2% em agosto deste ano em relação a julho, segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quarta-feira (7).

A redução em agosto é a “terceira taxa negativa consecutiva neste tipo de confronto”. “O período em que acumulou perda de 5,3%. Ainda na série com ajuste sazonal, o índice de média móvel trimestral mostrou queda de 1,8% na passagem dos trimestres encerrados em julho e agosto, mantendo a trajetória descendente iniciada em setembro de 2014”, informou o IBGE.

Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial do Amazonas recuou 13,8% no índice mensal de agosto de 2015, segunda taxa negativa consecutiva neste tipo de confronto. Os dados mostram retração ainda maior no acumulado de janeiro a agosto.

A taxa negativa é de 14,7%. “Com isso, entre todas as Unidades da Federação, o Estado é aquele onde a indústria teve o pior desempenho. Chegando a atingir o dobro da média nacional de 6,9%”, afirmou.

Capitais

A redução de ritmo da produção industrial nacional foi acompanhada por dez dos 14 locais pesquisados. Os recuos mais intensos foram registrados por Pará (-4,0%), Goiás (-3,2%) e Rio Grande do Sul (-2,8%).

Com os resultados desse mês, o primeiro local intensificou o ritmo de queda assinalado em julho último (-0,4%); o segundo eliminou o acréscimo de 0,5% observado no mês anterior, quando interrompeu três meses consecutivos de redução na produção, período em que acumulou perda de 4,5%; e o último devolveu parte da expansão de 4,6% verificada em julho, quando reverteu três seguidos de taxas negativas, que acumularam queda de 7,2%.

Amazonianarede-IBGE

 

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