Amapá participa de projeto nacional de pesquisa de bens minerais para construção civil

Amazonianarede – Diário do AP

Macapá – Desde o segundo semestre de 2012, o Amapá integra a lista dos estados no norte do Brasil que estão sendo visitados pela Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) – Superintendência Regional de Belém, no Pará. As visitas são para estudos que visam identificar, coletar, mapear, cadastrar e avaliar depósitos de materiais utilizados na construção civil, incluindo ainda a realização de ensaios tecnológicos.

Em Macapá, o projeto é desenvolvido em parceria com o governo do estado, através da Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração (Seicom), que firmou pacto com a CPRM de Belém através de um acordo de cooperação técnica. A pesquisa abrange outros três municípios: Mazagão, Ferreira Gomes e Porto grande.Visitas são para estudos que visam identificar, coletar, mapear, cadastrar e avaliar depósitos de materiais utilizados na construção civil

O projeto é de gestão estratégica da geologia, da mineração e transformação e está contido no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal.

Segundo o gerente-geral da Gerência do Setor Oleiro/Cerâmico do Departamento de Recursos Minerais da Seicom, Daniel Quintas, os estudos vêm ocorrendo desde 2012, por meio de campanhas.Na primeira e segunda campanhas foram coletados materiais de superfície, como areia, brita, seixo e na terceira foram os materiais de fundo de trado, como argila

“Já fizemos a terceira campanha no mês de janeiro de 2013. Na primeira e na segunda, coletamos materiais de superfície, como areia, brita e seixo, e, agora, recolhemos materiais de fundo de trado, alcançando uma profundidade de seis metros para retirada de argila, minerais da classe II, utilizados diretamente na indústria da construção civil. Durante essas atividades recolhemos mais de uma tonelada de bens minerais”, esclareceu.

O projeto busca compatibilizar adequadamente a exploração de materiais e a proteção à população e ao meio ambiente, além de disponibilizar os insumos a custo competitivo, servindo de base para a tomada de decisões relacionadas ao crescimento urbano e às obras estruturantes de apoio da região.

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