Sinésio cobra do FNDE redução do teto do Fies

Manaus – O vice-presidente da Comissão de Educação e Cultura (CEC) da Assembleia Legislativa do Amazonas, líder do governo, deputado Sinésio Campos (PT) cobrou, nesta sexta-feira, 17, do presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), José Carlos Wanderley Freitas, a exclusão do teto máximo de R$ 30 mil para o Financiamento Estudantil do Ensino Superior (Fies) do curso de Medicina.

A cobrança foi feita por telefone durante reunião da CEC com o superintendente do Banco do Brasil, Jefferson Amando, representante do Fies na Universidade Nilton Lins, Josué Dantas e cerca de 20 alunos de Medicina. Os estudantes reclamam da exigência por parte da UniNilton Lins do pagamento excedente de até R$ 8 mil da linha de crédito estudantil do Ministério da Educação e Cultura (MEC) para completar o curso.

No encontro, Josué Dantas informou que o “sistema” do Fies estabelece o temo máximo de R$ 30 mil o crédito para o semestre, ou seja, R$ 5 mil por mês, sendo que o curso de Medicina é de R$ 38 mil. O superintendente do BB, Jefferson Amando, disse que o banco funciona apenas como agende de crédito e não tem gerência no aumento ou redução do limite da linha de financiamento, de responsabilidade do FNDE.

De acordo com Sinésio Campos, o presidente do FNDE garantiu por telefone que vai avaliar cada caso e solicitou do deputado amazonense a relação dos nomes dos estudantes, instituições financeiras e da universidade, além do período do curso de Medicina. O deputado informou que o documento será entregue a José Wanderley pessoalmente nesta terça-feira, 21, em Brasília, quando o parlamentar vai a Capital Federal.

“Estarei em Brasília na terça-feira em audiência com o presidente do FNDE e vou entregar todas as informações. Não podemos aceitar esse limite para os nossos universitários de um curso tão importante para o Amazonas que tem carência de médicos, principalmente no interior”, afirmou Sinésio Campos. Ele lembrou que os alunos que não tem como arcar com o pagamento extra e ficam limitados a cursar quantidades de disciplinas que suporte o limite fixado pelo Fies.

(Ascom)
FOTO: Paulo Cavalcante/Divulgação 

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