Reunião promove debate sobre a Rede de Indicadores Estaduais de C&T

Com a presença de representantes das Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs), o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) realizou na quarta e quinta (24 e 25 de julho) a 2ª Reunião da Rede de Indicadores Estaduais de Ciência e Tecnologia (RIEC&T).

O evento faz parte da programação da 65ª Reunião Anual da SBPC, que se estende até esta sexta-feira (26), em Recife, Pernambuco.

A reunião teve como objetivo a implementação da Rede de Indicadores Estaduais de C&T em todo o País, iniciativa do MCTI que pretende mensurar o quanto o poder público e as empresas privadas estão investindo em pesquisa e desenvolvimento e em outras atividades científicas, além dos resultados em termos de registro de patentes e produção de artigos científicos em todas as unidades da federação.

Coordenada pelo MCTI, a Rede envolve instituições do sistema de CT&I dos Estados, Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti), além do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O Amazonas foi representado na reunião por Maria Olívia Simão, diretora-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), instituição vinculada ao Governo do Estado.

Durante o evento, foram apresentadas as metodologias para realizar o levantamento dos recursos disponibilizados pelos governos estaduais em C&T. Com esta ação, será possível elaborar um conjunto de indicadores importantes para subsidiar o planejamento e acompanhamento das ações de CT&I no País.

Para a diretora-presidente da Fapeam, será possível, também, oferecer elementos sobre a evolução do setor com dados estaduais que devem ser sempre acompanhados de forma comparativa em relação a outras unidades da Federação. Ela salienta a complexidade de uma articulação como essa, principalmente por envolver equipes multidisciplinares e necessitar de um modelo de governança específico. “Certamente, o esforço é necessário nesse momento em que o País decide investir fortemente em ciência e inovação”, avaliou Maria Olívia Simão.

(Agecom) 

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