Produtores de castanha de Japurá (AM) conhecem novas técnicas de produção

Japurá, AM – Técnicos da Unidade Local do IDAM realizaram um curso de Boas Práticas de Coleta de Castanha do Brasil para agricultores familiares da comunidade de Altamira, localizada a margem direita do rio Japurá, no município de Japurá (distante a 737 quilômetros de Manaus).

A ação teve como objetivo orientar de modo teórico e prático quanto ao método correto do manejo da castanha, visando à segurança do agricultor, além de promover avanço no aumento da produção e na qualidade do produto. Além de incentivar a sustentabilidade com a conservação das áreas de castanhais, bem como de toda a floresta e em benefício das comunidades como importante fonte de geração de renda.

Durante a atividade o Técnico Agropecuário e Florestal Jean Carlos Silveira, com apoio do técnico em Agropecuária, Marcos Nunes da Silva abordaram os itens boas práticas de manejo da Castanha do Brasil; conceito, objetivo, importância, aflatoxina; o que é como ataca e forma de prevenção, atividades de manejo; uso de EPI, mapeamento do castanhal, limpeza da área, coleta de ouriço, métodos de amontoa, quebra dos ouriços, pré-seleção e condução, métodos de lavagem, secagem, armazenamento, transporte e beneficiamento.

“A ação teve saldo positivo, pois sabemos que o conteúdo ministrado e as práticas realizadas atenderam as expectativas dessas pessoas, mas o nosso objetivo é de melhorarmos cada vez mais o nosso trabalho, e que tenha como reflexo o manejo correto na coleta da Castanha do Brasil, segurança no trabalho dos extrativistas e a melhoria da qualidade de vida dos mesmos.” Afirmou Carlos.

Para o gerente da Unidade Local do IDAM/Japurá, Nestor Neto outra questão levantada foi a preocupação com a conservação do meio ambiente na comunidade, que utilizava práticas de cultivo tradicionais continuadas que levam à degradação. “Com o curso, visamos agregar mais qualidade ao produto, garantindo a manutenção da floresta, por meio de aplicação de técnicas adequadas em toda a cadeia de produção, evitando perdas na qualidade e no valor do produto final”, explicou Nestor.

Por: Aldizângela Brito

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