CT quer imagens de manifestação na CMM

(Foto: Tiago Corrêa – CMM)

O Conselho Tutelar da zona Oeste de Manaus solicitou da Câmara Municipal de Manaus (CMM) imagens e fotografias dos alunos que participaram das manifestações na Casa Legislativa, durante a Sessão Plenária desta quarta-feira (2), para pedir que os contratos de aluguéis de escolas municipais fossem investigados.

A presença do Conselho Tutelar na Casa partiu do vereador Mário Frota (PSDB), que criticou o fato dos alunos menores de 18 anos terem vindo sem a autorização da direção da escola e dos pais.

“Fomos acionados pela Câmara Municipal de Manaus porque os vereadores ficaram preocupados com a presença de alunos a maioria do Ensino Fundamental e que segundo os parlamentares não estavam acompanhados sequer pelos professores.

Vamos identificar as escolas e acionar os conselhos das áreas onde essas instituições de ensino estão localizadas para que eles também acompanhem a situação”, disse o conselheiro Antônio Rozinaldo que atua na zona oeste de Manaus. O conselheiro Francisco Serapião também esteve na CMM acompanhando a denúncia dos parlamentares.

De acordo com Policia Militar, que acompanhou a manifestação, aproximadamente 100 alunos da Escola Estadual Dom Milton, localizada na Cidade Nova II, da Escola Estadual Maria Teixeira Góes, do bairro Armando Mendes e da Escola Estadual Roderick Castelo Branco, do bairro São José. O motivo da manifestação, segundo os representantes dos movimentos estudantis, é a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as supostas irregularidades no aluguel de prédios que funcionam como escolas municipais.

Legalização da maconha

Entre as manifestações apresentadas em cartazes pelos estudantes, estava o pedido para a criação da CPI e a liberação da maconha. Esta última recebeu críticas severas por parte dos vereadores Mário Frota (PSDB), Marcelo Serafim (PSB) e Elias Emanuel (PSB).

Elias Emanuel repudiou a manifestação que pedia a liberação da maconha e criticou o fato de crianças e adolescentes menores de 18 anos levantarem essa bandeira. “Não apoio a manifestação de estudantes com este argumento”, afirmou. Após as críticas, os alunos rasgaram o cartaz.

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