Brasil goleia com facilidade os Estados Unidos no último teste para as Eliminatórias da Copa

Brasil goleou os Estados Unidos no último teste antes das eliminatórias
Brasil goleou os Estados Unidos no último teste antes das eliminatórias
Brasil goleou os Estados Unidos no último teste antes das eliminatórias

EUA – A Seleção brasileira obteve a sua segunda vitória após a fraca campanha na Copa América. Na noite desta terça-feira, três dias após fazer 1 a 0 sobre a Costa Rica, a equipe de Dunga ganhou dos Estados Unidos por 4 a 1 em Foxborough. Os gols foram de Hulk, Neymar, (que entrou em campo no início do segundo tempo e anotou duas vezes) e Rafinha, Williams descontou.

O amistoso encerrou a preparação do Brasil para as Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018. A estreia será contra o Chile (atual campeão continental), em 8 de outubro, em Santiago – sem o punido Neymar.

Para ganhar confiança, nada melhor do enfrentar os Estados Unidos – ao menos segundo o histórico de jogos com o adversário. A Seleção Brasileira derrotou os norte-americanos em 17 ocasiões, contabilizada a goleada desta terça-feira, e só perdeu uma vez, na Copa Ouro de 1998.

Sem conseguir amenizar o histórico negativo, os Estados Unidos ficam ainda mais pressionados, já que vinham de eliminação diante do Panamá na Copa Ouro. Por outro lado, o time dirigido por Jurgen Klinsmann colecionava bons resultados em amistosos, com vitórias em cima de Peru (2 a 1), Guatemala (4 a 0) e até Alemanha (2 a 1) e Holanda (4 a 3), os algozes do Brasil na última Copa do Mundo.

O jogo

A Seleção Brasileira não demorou a ficar em vantagem em Foxborough. Aos oito minutos, Willian, carregou a bola do meio para a direita, vencendo a marcação norte americana, e fez o cruzamento. Acertou a trave. Na sobra, Hulk voltou a mostrar oportunismo para clarear e chutar forte para a rede.

Com 1 a 0 no placar, o Brasil ganhou tranquilidade para impor o ritmo que queria diante dos Estados Unidos. Buscou bastante o jogo pelos lados do campo, com Fabinho e Marcelo ganhando apoio constante de Willian e Douglas Costa. Lucas Lima, assim, ficava mais apagado.

Aos poucos, os Estados Unidos também avançaram. Principalmente com Altidore, que exagerava nos lances individuais e impacientava alguns torcedores norte-americanos. O atacante logo precisou enfrentar outro defensor brasileiro – Miranda se contundiu e acabou substituído por Marquinhos..

Após um período de comodismo, sem criar muito, a Seleção Brasileira deu trabalho para Guzan nos minutos finais do primeiro tempo. Quem mais ficou perto do gol foi Marcelo, que invadiu a área e bateu firme, parando na defesa do goleiro.

No intervalo, Dunga resolveu tirar de campo os dois protagonistas do primeiro gol brasileiro. Willian e Hulk saíram para as entradas de Willian e Neymar – a presença do astro do Barcelona animou bastante torcedores de Brasil e Estados Unidos nas arquibancadas.

E, em cinco minutos, Neymar justificou a euforia do público. Ele foi derrubado por Cameron dentro da área norte-americana. O próprio atacante se encarregou da cobrança – colocou a bola no canto e aumentou a vantagem da equipe de Dunga no marcador. Os jogadores dos Estados Unidos, então, passaram a buscar a reação à base de jogadas mais violentas, punidas pelo árbitro salvadorenho Joel Aguilar. Já o alemão Jurgen Klinsmann tentou resolver os problemas da equipe com uma alteração no seu ataque. Morris substituiu Altidore.

No Brasil, Dunga aproveitou para promover novos testes, com Lucas e Rafinha nas vagas de Lucas Lima e Douglas Costa. E o time amarelo continuou a corresponder, com boa movimentação e presença ofensiva.

Aos 18 minutos, veio o terceiro gol. Rafinha recebeu a bola depois de tabela entre Lucas e Neymar e mostrou categoria para se desvencilhar do goleiro e de um marcador antes de completar para dentro.

Sem se contentar com a tranquila vantagem, a Seleção Brasileira transformou a vitória em goleada três minutos mais tarde. Em mais uma assistência de Lucas, Neymar teve calma para aplicar dois dribles do lado esquerdo da área e anotar o seu segundo gol no amistoso.

A partir de então, o Brasil desacelerou o jogo e não se expôs defensivamente aos atacantes dos Estados Unidos, que, ainda assim, conseguiu descontar. Williams arriscou a conclusão de longa distância aos 45 minutos, e o goleiro Marcelo Grohe chegou a tocar na bola, que entrou.

Amazonianarede-Lance
 

 

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