Arena da Amazônia “Vivaldo Lima” passa com louvor pelo primeiro teste

Manaus – Com as presenças do governador Omar Aziz, do prefeito de Manaus, Arthur Neto, do ministro do Esporte Aldo Rebelo e mais de vinte mil pessoas, a Arena da Amazônia “Vivaldo Lima”, ainda com alguns pequenos ajustes a serem feitos, foi inaugurada ontem com muita empolgação do publico.

Arena de algumas pequenas deficiências ainda, a Arena passou com louvor no seu primeiro teste, já o Nacional, o clube Mais Querido do Amazonas, não conseguiu passar para a próxima fase da Copa Verde e ficou com empate em 2 a 2 com o Remo e dessa forma o time paraense segue em frente e o Naca estacionou e está fora da competição.

Próximo a Arena, que teve o trafego de veículos alterado, a movimentação popular era grande, com a Polícia Militar e agentes de transito orientando o público, que dessa forma, mesmo com algumas dificuldades, conseguiam se localizar e finalmente adentrar a moderna e temática Arena da Amazônia, que será um dos palcos da Copa do Mundo que começa e junho.

A Arena, conforme foi anunciado pelo próprio governo, inaugurou e abriu para o jogo-teste Nacional e Remo, com 99% das obras concluídas, faltando pouca coisa para que a obra fique completa, como por exemplo a colocação do placar o carro-maca que ainda não funcionou ontem e outros pequenos detalhes, problemas que facilmente serão resolvidos, por isso não preocupam.

Público aprova

Apesar de algumas dificuldades para o acesso, o público que compareceu a inauguração de um dos mais belos estádios da Copa no Brasil, aprovou a Arena e todos demonstravam estar orgulhoso com o grandioso complexo, segundo a torcida, “agora só falta futebol”.

A maiores reclamações eram contra as grandes caminhadas dos carros para os portões da Arena, mas esse fato vai continuar e talvez até com o aumento do percurso durante os jogos da Copa, de acordo com orientações da FIFA.

A torcida gostou do que viu, menos do resultado do jogo e entendeu algumas pequenas falhas registradas durante o evento.

Numa tarde de forte calor, a torcida, sofreu sede, considerando que os locais onde eram comprados água s refrigerantes estavam com longas filas e muitas desistiam a passaram um bom tempo da tarde com sede. “Tudo pelo esporte” disse uma torcedora bem humorada.

Outro ponto de destaque foi a segurança dentro e fora da Arena, o que demonstra claramente que nesse particular, Manaus está pronta para recebe e bem os jogos da Côa do Mundo e os turistas que virão para o evento.

Com farta indicação dos portões para os locais de acentos, os torcedor4es não tiveram muitas dificuldades para localizar os assentos, todas numerada e isso, facilitou muito as coisas, com muita gente deixando para chegar o local em cima da hora do jogo, uma vez que a numeração nas cadeiras, garantiam o local, com isso, muita gente, deixou para chegar quase na hora do jogo a Arena.

Orgulhosos

Para grande parte da torcida que compareceu ontem na Arena da Amazônia, a sensação era de orgulho e de muito prazer e alegria pela obra que estava seno aberta ao público.

Até a torcida paraense que compareceu em grande número, se curvou a beleza e modernidade da Arena, mostrando que nessa hora até a grande rivalidade entre amazonenses e paraenses desaparece.

Os torcedores com paciência entenderam algumas falhas ocorridas, considerado que por isso a necessidade dos jogos teste a condenaram ainda um pequeno grupo de manifestantes, próximo ao estádio se posicionando contra a Copa do Mundo, mas não foram registrados maiores problemas.

Para a professora Maria José do Carmo, 48, “a Arena da Amazônia é um verdadeiro monumento da moderna arquitetura, por isso, motivo de muito orgulho para todos os amazonenses” – disse.

O enfermeiro Valdir Viana, paraense radicado há muitos anos em Manaus, disse que o jogo não estava interessando muito, o que ele queria mesmo era estar na Arena, que segundo ele é um monumento. “Sou paraense, moro e trabalho em Manaus e estou orgulhoso por esta grande obra nesta grande cidade que é Manaus, que eu gosto muito. Estou com a camisa do Remo, mas gostaria que nesta camisa tivesse com o nome Naca-Remo”, afirmou o paraense.

Já o seu José Ferreira, 42, nacionalino doente, tem a esperança de que monumental Arena da Amazônia, uma as mais modernas e bonitas da Copa no Brasil, traga de volta o bom futebol amazonense que já vivenciamos no passado.

Seu Armindo Sampaio, 50, gostou de tudo, da festa, da Arena e até do futebol. O que ele não gostou mesmo foi que numa data histórica, o centenário Nacional, desprezou as suas camisas tradicionais – branca ou azul e entra em campo do uma camisa amarela. Ele não gostou da moda e reprovou a atitude do Naça.

Amazonianarede – Osny Araújo

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